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Chega de ser boazinha, quero ser tua...!!! Esperar-te quando quiseres vir... sempre aqui, como me deixaste...

Pronta para os teus carinhos, tão meus... Assanhar-te, enlouquecer-te nos meus lençóis... descansares nos meus braços e esqueceres os problemas nos meus lábios.

Sem passado, nem futuro... o presente enlouquecido. Apenas viver, desligar, sair da sintonia... Nem mundo, nem rumo, nem nada. Só tu e eu, um desejo um amor sem pudor.

Vais partir? Tens que ir?
Leva na tua pele o meu cheiro, na tua boca o meu gosto, e na tua cabeça o desejo de ficar. Não me importo, vai... segue a tua rotina, pois sem demora, eu sei , tu voltas! Ah... se voltas!

Dä®k Añgë£ - Para onde vais, hum?
Å®t Øf £övë - Para o meu lado da cama...
Dä®k Añgë£ - Mas desde quando tens lado na minha cama???

Å®t Øf £övë - Não tenho???? Tens razão, desculpa, desculpa!!!
(Aproximas-te, olhas-me nos olhos e dás-me um beijo)
Dä®k Añgë£ - Óh, não sejas assim... Prometo que não volto a dizer isto. Amas-me?
Å®t Øf £övë - Porque me estás a perguntar isso?
(Voltas a fazer a pergunta)

Dä®k Añgë£ - Amas-me?
Å®t Øf £övë - Oh, tu sabes a resposta...
Dä®k Añgë£ - Olha para mim e diz que me amas.

Å®t Øf £övë - Sim amo-te, amo-te muitooooooo
Dä®k Añgë£ - ahahahah, eu sabia, eu sou poderosa...
Å®t Øf £övë - Tu és é convencida, isso sim...

Dä®k Añgë£ - Óh não sejas mau para mim... sabes uma coisa?
Å®t Øf £övë - Hum... diz lá...
(Abraças-me e dizes)

Dä®k Añgë£ - Também te amo, assim muito muito muito...
É que custa-me viver longe de ti... esta distância que nos separa só nos faz mal, só nos magoa... e faz-me por vezes dizer coisas que não queria... desculpa o que eu disse.
(Desculpo-te e volto a ser teu, porque...)

Eu quero-te...
Eu quero olhar para o teu sorriso e saber que sou eu quem te faz rir
Eu quero olhar para os teus olhos e saber que é por mim que eles brilham
Eu quero fazer-te sonhar...

Eu quero que voes comigo
Eu quero fazer mil e uma loucuras contigo
Eu quero beijar-te, tocar-te , amar-te...
Eu quero-te só para mim

Eu quero sentir o teu toque
Eu quero levar-te à loucura
Quero que olhes para mim e digas que és minha, que eu sou teu, que somos um só...
Quero que me abraces forte, enquanto os nossos corpos se tocam e batem no mesmo ritmo

Eu quero fazer-te feliz
Eu quero levar-te ao céu...
Eu quero-te, porque sei que também me queres, e também me desejas... como no primeiro dia em que os nossos olhares se cruzaram
Eu quero e vou fazer-te feliz...

Esta é mais uma cadeia que anda pela blogosfera portuguesa. Chamaram-lhe o ex-libris da tugosfera.
Esta cadeia de literatura começou na Républica Checa, passou pela Belgica, depois passou para a Eslovánia, e finalmente chegou a Portugal.
O testemunho foi-me passado pela Atilhos , e pela Carmen L Vilanova

Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
Os meus blocos de notas, de preferência com muitas páginas em branco para poder tirar muito mais notas ainda...

Já alguma vez ficaste apanhadinho por um personagem de ficção?
Michel Vaillant, que é um piloto que procura conquistar um titulo no campeonato mundial de corridas de automóveis guiando os carros criados pela sua familia. No entanto, a rivalidade de décadas entre a sua familia e o Team Leader vai ter consequências graves, quer na sua vida privada quer nas pistas.

Qual foi o último livro que compraste?
Prozac, que é uma crónica da vida de uma jovem cujos problemas mentais acabam por prejudicar todo o espectro das suas relações humanas.

Qual o último livro que leste?
As regras da atracção, gira em torno de um jovem traficante de droga de uma escola americana que se envolve num triângulo amoroso com uma rapariga de quem gosta e a sua amiga, sem saber que é objecto de desejo por parte de outra rapariga.

Que livros estás a ler?
Henry e June, que é inspirado nos diários de Anais Nin. Passa-se numa atmosfera boémia de Paris dos anos 30 onde o escritor Henry Miller viveu um intenso triângulo amoroso com a sua mulher June e com Anis Nin.

Que livro levarias para uma ilha deserta?
As palavras que nunca te direi. Ao passear na praia, Theresa Osborne descobre uma garrafa que tem no interior uma trágica carta de amor. Fascinada pela carta, Theresa decide descobrir o seu autor,que é um construtor de barcos viúvo, por quem ela se sente imediatamente atraída.

A quem vais passar este testemunho e porquê?
Blue, por querer saber mais de alguém cuja escrita me maravilha mais um pouco em cada dia.
Elsa, porque o que ela escreve me fascina e quero saber mais um pouco sobre ela.
ZAG, porque sim, porque me apetece.

Apesar do dia da mulher ter sido há bastante tempo, propositadamente resolvi fazer a minha homenagem às mulheres apenas hoje, porque para mim o dia da mulher é todos os dias.
E acreditem que não têm uma vida nada fácil, ora vejam:

Estive a pensar no sexo após aliança no dedo... No início é tudo muito divertido...

Exploram-se os sítios mais escondidos dos arredores, e sempre se vai praticando e fazendo sexo no carro, isto enquanto se namora... naquele tempo em que as mulheres ainda não cortam as unhas dos pés à nossa frente. Vêm ter connosco todas sedutoras, arranjadinhas, perfumadas, etc...

Depois têm a infeliz ideia de se casarem... os pais já não têm paciência para elas e por isso procuram um marido.... que também faça o serviço de cama. Consequentemente, vem a lua de mel... hummmmm... sexo, sexo, sexo...

Posições: Todas do kamasutra e mais algumas...

Lugares: Todas as divisões da casa, inclusivé a máquina de lavar que sempre dá uma ajudinha...

Até aqui, nós os homens ainda acreditamos que vai ser o paraíso, a concretização de um sonho, que os outros vão morrer de inveja por entrarmos em qualquer lugar de braço dado com aquele pedaço de mulher...

Pois sim... felicidade!!!

Ela até trabalha fora, e quando chega a casa tem a comida para fazer... tem a roupa para lavar, pôr a secar, apanhar a que secou, e passar a ferro... pôr a mesa... lavar a louça... limpar a casa... e tomar um duche...

Enquanto nós tomamos o nosso banho dizemos:
- Chega-me a toalha

Depois de tomar banho perguntamos:
- Onde está aquela camisa às bolinhas?

E ela que até estava na varanda, vem para nos dar o raio da camisa, que nós teimamos em vestir quando vamos para os copos com os amigos.

Enquanto ela faz tudo isto, nós entretanto já estamos sentadinhos em frente à televisão com o comando na mão, já de chinelinhos e de banhinho tomado à espera que ela chame a avisar que o jantar está na mesa. Depois, quando finalmente chegamos à cama, e depois delas correrem uma maratona, queremos... sexo!!!

Queríamos...

Tivéssemos aproveitado quando elas estavam em frente ao fogão, e... é que elas também gostam de sexo suado, gemido, brutal... mas o cansaço, só lhes permite tê-lo ao sábado e vésperas de feriado, isto se os sogros não forem lá almoçar no dia seguinte...

Depois vêm os filhos... FIM...

Aí, começam com as seguintes conversas:
- Querido não faças barulho podes acordar o bébé

Ou então, como a vontade já é tão pouca é só levantar a camisa de dormir, pôr a cuequinha para o lado, aproveitar que elas estão viradas e...

Se lhes dissermos para se mexerem, elas respondem:
- Só se for os olhos, porque a esta altura além de todo o trabalho ter crescido após o nascimento do bébé ainda passamos metade da noite acordadas, porque o bébé não nos deixa dormir...

É que uma rapidinha até sabe bem... mas sempre!?

Por isso é que é melhor ser solteiro, porque pelo menos o sexo, quando o temos é sempre muito, muito melhor.

Digo eu...

Sabes, sempre que ficamos tão juntinhos como hoje, eu começo a perguntar-me como posso amar-te tanto assim...

Será que tu és a minhas alma gémea?
Tenho a certeza que sim.
Eu sei e sinto quando tu não estás bem...
Ainda vamos chorar? Vamos sofrer?
Sim, muito...

Mas choraremos e sofreremos juntos... como sempre fazemos, e apoiar-me-ei em ti, da mesma maneira que o faço quando estamos a amar-nos.

Como podem duas pessoas estarem tão perto, e estarem tão longe?
Como pode caber tanto carinho, tanto amor no meu coração?
Como posso de olhos fechados ver-te, sentir-te e saber que ao mesmo tempo não te vejo nem te sinto...?

Mas mesmo assim, tu tens aqui alguém que sempre te irá esperar, amar, e acima de qualquer coisa, respeitar como sempre o fiz. Porque almas gémeas nunca se perdem, principalmente depois de se encontrarem.

Dä®k Añgë£ - ...sinto-me sempre diferente dos outros por nunca esquecer uma relação. As pessoas têm um caso ou até uma relação duradoura, separam-se e esquecem. Como se tivessem mudado de marca de cereais.

Eu nunca consegui esquecer alguém com quem me envolvi. Porque cada pessoa tinha as suas qualidades especificas. Nunca se pode substituir ninguém. Sofro com cada relação que acaba. Nunca recupero completamente. Por isso tenho muito cuidado em envolver-me, porque sofro demasiado. Nem uma relação ocasional quero, porque terei saudades das coisas mais banais. Sou obcecada em pequenas coisas. Talvez seja maluca...

Vejo nas pessoas pormenores, tão únicos em cada uma delas que me tocam e de que tenho e terei sempre saudades. Nunca se pode substituir ninguém, porque toda a gente é feita de pormenores belos e únicos.

Å®t Øf £övë - Onde raio estiveste todo este tempo?
Dä®k Añgë£ - Não sei (risos), mas pensaste que eu estaria aqui, hoje?
Å®t Øf £övë - Que hipoteses achas que teriamos de nos encontrarmos?

Dä®k Añgë£ - Quase nenhumas. Mas nós não somos reais, pois não? Somos personagens de um sonho. Creio que quando se é jovem se acredita que haverá muita gente a quem nos ligaremos. E mais tarde compreendemos que poucas vezes isso acontece!!!

Å®t Øf £övë - E pode-se estragar tudo... Perder a oportunidade...
Dä®k Añgë£ - Estava destinado a ser assim.
Å®t Øf £övë - Acreditas nisso? Que tudo está destinado?

Dä®k Añgë£ - O mundo pode ser menos livre do que nós pensamos. Então, como é ser casado? Não falaste muito sobre isso.

Å®t Øf £övë - Não falei?... Que estranho... Não sei ... Porque será...? Conhecemo-nos quando ela estava na faculdade e depois... casamos...

Dä®k Añgë£ - Como é ela?

Å®t Øf £övë - Uma boa mãe, é inteligente, bonita... Recordo-me de pensar na altura, que pouco importava com quem ia casar, que ninguém vai ser tudo para mim, e que feitas as contas, é a acção de te comprometeres, de assumires as tuas responsabilidades que conta. O que é o amor senão respeito, confiança, admiração... E eu sentia todas essas coisas. Agora sinto que dirijo um pequeno infantário com alguém com quem costumava sair. Sou como um monge. Fiz amor menos vezes do que eles nos últimos quatro anos.

Dä®k Añgë£ - (risos)
Å®t Øf £övë - Ris-te de mim? Pareço patético?
Dä®k Añgë£ - Em que mosteiro de monges se faz amor...?

Å®t Øf £övë - Pronto, tenho mais sorte que a maioria dos monges... Mas sinto que se uma mulher me tocasse, me decomporia em moléculas...

Dä®k Añgë£ - Lamento saber que não és feliz com o teu casamento. Esperavas, depois de viveres uns anos apaixonadamente, que aquele intenso desejo se mantivesse o mesmo do início? É impossivel... vocês acabariam com aneurismas nesse constante estado de excitação. Acabariam por nada fazer das vossas vidas. É natural para a tua mulher, depois do nascimento das vossas crianças ter de dar todo o seu amor a elas. Imagina que ela estava completamente obcecada com o sexo. Não faria sentido, pois não?

Å®t Øf £övë - Tens razão. Tudo que dizes faz sentido. Não se trata de sexo...

Dä®k Añgë£ - Eu sei. É obvio. Tu precisas de te sentir essencial e já não és. Há muito que tens na cabeça a ideia de seres o sustentáculo da tua mulher.
Olha para mim... eu sou uma mulher forte e independente na minha vida profissional. Não preciso de um homem que me sustente, mas continuo a precisar de um homem que me ame e eu possa amar. Acabei por pensar que é melhor eu não romancear tanto as coisas. Sofri sempre tanto. Ainda tenho muitos sonhos, mas não relacionados com a minha vida amorosa. Não fico triste por isso, as coisas são como são. É obvio que não sei lidar com o dia-a-dia de uma relação. A presença constante de alguém sufoca-me.

Å®t Øf £övë - Mas disseste que precisas de amar e ser amada...

Dä®k Añgë£ - Mas quando isso acontece, depressa fico saturada. É um desastre. Só sou realmente feliz quando estou sozinha. Porque estar sozinha é melhor do que estar ao lado de alguém e sentir-me só. Para mim não é fácil ser romântica. Começo, e depois de ter sido maltratada umas quantas vezes, esqueço as minhas espectativas e aceito o que a vida me der... bem, isto nem é verdade... eu não fui maltratada... apenas tive demasiadas relações chatas. Eles não eram maus... preocupavam-se comigo, mas não havia um elo emocional entre nós. Pelo menos da minha parte.

Å®t Øf £övë - Sinto muito, a coisa é assim tão má? Não é, pois não?
Dä®k Añgë£ - Nem sequer é isso... eu estava bem até te encontrar. Tu mexeste comigo...
Å®t Øf £övë - Não acredito nisso!!!

Dä®k Añgë£ - Sabes, a realidade e o amor são contraditórios para mim. Mas o que significa o homem certo? O amor da minha vida? O conceito é absurdo. A ideia de que só posso estar completa com outra pessoa é errada.

Å®t Øf £övë - Posso falar...?

Dä®k Añgë£ - Acho que fui magoada, demasiadas vezes, e depois recuperei. E agora, desde o início, não faço o menor esforço. Sei que não resultará.

Å®t Øf £övë - Não podes viver a vida a tentar evitar a dor à custa de...
Dä®k Añgë£ - Isso são palavras. Eu tenho de me afastar de ti... Pára o carro... Quero sair...
Å®t Øf £övë - Não saias... Vamos continuar a conversar.

Dä®k Añgë£ - Não me toques.
Å®t Øf £övë - Eu estou tão feliz por estar contigo...
Dä®k Añgë£ - Vens ter comigo todo romântico e... casado... Vai-te lixar... Não me interpretes mal... Não quero envolver-me contigo... Só me faltava um homem casado...

Å®t Øf £övë - Estou muito feliz por te ter encontrado. Gosto de ti, gosto de estar contigo...

Dä®k Añgë£ - E eu sinto o mesmo... Desculpa... Não sei o que se passou... Eu tinha de desabafar...

Å®t Øf £övë - Não te preocupes com isso. Sou tão infeliz na minha vida amorosa, na minha relação. Procedo sempre como se estivesse distante. Mas estou a morrer por dentro. Estou a morrer porque estou entorpecido. Não sinto dor ou excitação. Nem sequer sou amargo... A minha vida é incessantemente má.

Dä®k Añgë£ - Sinto muito.

Å®t Øf £övë - Eu só me sinto feliz quando saio com as crianças. Eu não a amo da maneira que ela necessita ser amada. Nem sequer acredito no nosso casamento, mas depois olho para as crianças, sentadas à mesa diante de mim, e penso que sofreria qualquer tortura para estar com elas todos os minutos da vida delas. Não quero perder nem um. Mas não há alegria nem riso na minha casa, e eu não quero que elas cresçam assim.

Dä®k Añgë£ - Não há riso? Isso é horrivel...

Å®t Øf £övë - Não quero ser desses homens que se divorciam aos 52 anos, admitindo que há muito não amavam a mulher, e que a sua vida tinha sido sugada por um aspirador. Eu quero ter uma vida feliz, quero que ela tenha uma vida feliz, ela merece isso. Vivemos um casamento baseado em responsabilidades, em ideias de como é suposto as pessoas viverem. Depois tenho sonhos...

Dä®k Añgë£ - Que sonhos?

Å®t Øf £övë - Tenho sonhos... em que estou numa estação de comboio, e tu passas num comboio... e passas... e passas... e passas... depois acordo... e a minha mulher está a olhar para mim, e eu sinto que estou a quilometros de distância dela... sei que há algo errado, que não posso continuar a viver assim, que o amor tem que ser algo mais que um compromisso. E então, penso que posso estar a abdicar da ideia de amor romântico, penso que posso estar a fazer isso.

Dä®k Añgë£ - Porque me dizes tudo isso?
Å®t Øf £övë - Desculpa, não sei. Não devia ter falado.

Dä®k Añgë£ - É tão estranho... as pessoas pensam que são as únicas que têm problemas. Pensei que a tua vida era perfeita. Uma mulher, filhos... mas a tua vida pessoal é mais caótica que a minha. Desculpa. (risos)

Å®t Øf £övë - Ainda bem que isso te faz rir... É aqui que moras? Estás aliviada por a minha vida ser pior que a tua?

Dä®k Añgë£ - Sim. Fizeste-me sentir melhor.
Å®t Øf £övë - Optimo. Fico contente.

Dä®k Añgë£ - Quero experimentar uma coisa... Abraça-me... Quero ver se ficas inteiro ou se te decompões em moléculas.

Å®t Øf £övë - E então...?
Dä®k Añgë£ - Não, continuas aqui.
Å®t Øf £övë - Optimo. Gosto de estar aqui. O teu apartamento é este?

Dä®k Añgë£ - Não, moro ali.
Å®t Øf £övë - Ali? Vou acompanhar-te à porta.
Dä®k Añgë£ - Isso dos sonhos é verdade, ou disseste-o na esperança de ires para a cama comigo?

Å®t Øf £övë - Era para ir para a cama contigo. Uso sempre esse esquema. (risos)
Dä®k Añgë£ - E resulta?
Å®t Øf £övë - Às vezes. Sabes,estava a pensar... deixas-me subir um bocado?

Dä®k Añgë£ - Vais atrasar-te.
Å®t Øf £övë - Não, não vou.
Dä®k Añgë£ - Está bem... mas rapidinho... senão vais atrasar-te.
Å®t Øf £övë - Eu sei... mas eu não quero perder nem mais um minuto da minha vida...

Não consigo parar de pensar...
É impossível esquecer-te!!!
Tu moras em mim
Mesmo se eu quisesse...
Não poderia
Tu moras em mim
Fatalmente...
Não teria como te expulsar
Porque um dia
Tu invadiste o meu corpo
Acomodaste-te nele inteiro
Agora, não consigo esquecer-te
Quero acreditar que seja um sonho...
Ou será fantasia, fascínio, paixão
Loucura talvez...?!
Não sei

Tudo que sei, é que tu moras em mim
Como eu poderia esquecer-te!!!
Se pelo menos, eu pudesse esquecer
O teu olhar que me encanta...
O calor da tua boca...
O conforto do teu corpo...
As tuas mãos...
O teu jeito de falar...
A tua voz...
Ah...! Essa voz a chamar-me...
E esse sorriso lindo...?
É impossível esquecer!!!

Parece que foi ontem que os nossos olhares se cruzaram, e ternamente se apaixonaram.
Parece que foi ontem que as minhas mãos tocaram o teu cabelo pela primeira vez.
Parece que foi ontem que sorri com o primeiro carinho que tu me fizeste.
Parece que foi ontem que eu criei mil ilusões por causa das tuas atenções.
Parece que foi ontem que no meu corpo tocaste e o meu coração disparou.
Parece que foi ontem... hoje pela manhã... ao entardecer... agora ao anoitecer...
Parece que foi num destes momentos que eu ouvi dizer que nunca te irias esquecer...
Parece que foi ontem que eu te descobri...
Ou será que foste tu que me descobriste a mim...???



Amo-te por quem tu és, e por quem eu sou quando estou contigo

Como o nosso amor é grande, a espera não será eterna, os problemas não serão dilemas, e as distâncias serão vencidas.

Como a compreensão existe, as conversas, os factos, e os diálogos marcam-nos e fazem-nos rir. Como o respeito prevalece, os carinhos são doces e suaves, os beijos profundos e cheios de valor, e os abraços calorosos e confortantes.

Como a confiança existe, as dúvidas são cada vez menores, as perguntas são sempre respondidas, e as palavras podem ser todas ditas. Talvez não seja um amor eterno. Também não é um amor doentio, nem o amor ideal, mas é um amor verdadeiro.

Aquele que vence as barreiras impostas pela vida e pelas ocasiões. Aquele que não teme a escolha, e faz a opção de simplesmente ser intensamente vivido.

Os meus dias sem ti são tão longos... tão cinzentos...
Os meus dias sem ti são tão absurdos... tão amargos.. tão difíceis...
Os meus dias sem ti não têm noites... quando a noite vem é inútil tentar dormir...
Os meus dias sem ti são um desperdício, as horas não têm início nem fim...
Os meus dias sem ti são tão cheios de nada...
Os meus dias sem ti são como um céu sem raios de sol...


Sinto tanto a tua falta...


O Amor da minha vida chegou!
Vi nos teus olhos, na tua boca, na tua voz...
No teu cabelo, nas tuas mãos!
Eu vi, e senti! Estremeci! E Amo recordar esse momento!


Eu sabia que encontraria a minha alma gémea, quando acabasse de conhecer alguém e tivesse a impressão que já a conhecida desde há muito tempo, e... quanto mais conversasse... mais teria a certeza que seria impossivel "desligar-me" dela, e as conversas pareceriam nunca mais terminar.

Encontrei-te...
E senti que já te conhecia mas nunca te tinha visto... e senti que fazias parte de mim.
Conhecia-te mas nunca te tinha visto, senti que também andavas incompleta pelo mundo porque te faltava uma parte de ti.

Tinha a certeza que saberia reconhecer-te.
Saberia ler-te o olhar, saberia ler-te a alma...
Conhecia-te mas nunca te tinha visto, esperava por ti, porque tinhas a outra parte de mim...

E foi assim, que um dia, eu tive a certeza que a minha alma encontrou a tua, que divagava, quem sabe à procura da minha...
Só sei que, em pouco tempo, as nossas almas reconheceram-se e descobriram que nunca mais se poderiam separar...
Porque uma foi enviada à outra como um presente.

Posso dizer com toda certeza, que uma alma não vive sem a outra, são almas irmãs, irmãs de alma, irmãs de coração , irmãs de luz...
Almas gémeas que tiveram a felicidade de se encontrar e se reconhecer...
Almas gémeas que estão de parabéns...

Adoro-te, minha alma gémea...
Tu que iluminas minha vida...