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Eu tenho a certeza que sou a pessoa certa para ti, porque a pessoa certa não tem necessariamente de ser sempre a mais inteligente, a que escreve as mais belas cartas de amor, a que jura a maior paixão, a que diz que nunca se sentiu assim, ou a que planeia viagens ao outro lado do mundo.

Eu tenho a certeza que sou a pessoa certa para ti, porque quero mesmo ficar contigo... Tão simples quanto isso... às vezes demasiado simples para tu o perceberes. Eu quero mesmo ser o homem da tua vida. Eu não tenho pressa em conquistar-te, porque já escolhi com quem quero passar o resto da minha vida, por isso tenho todo o tempo do mundo.

Eu quero ouvir-te com atenção e carinho, porque quero habituar-me à música da tua voz, e entrar-te pelo coração bem devagar, respeitando os teus silêncios provocados pelas cicatrizes que só o tempo pode apagar. Aquilo que por vezes pode parecer hesitação, é apenas uma forma de me precaver, porque quero ter a certeza de que não me estou a enganar.

Posso não ser a pessoa mais romântico do mundo, que te cobre de beijos, mas sou de certeza o homem que é capaz de te puxar o lençol para os ombros a meio da noite para não te constipares. Não sou dos que compro discos românticos e te canto canções de amor no teu "voice mail", mas sou de certeza o homem que te é capaz de ouvir falar de tudo, mesmo das coisas menos agradáveis.

Não sou de dizer muitas vezes "Amo-te", mas sinto que talvez te possa amar para sempre. Não sou dos que olham todos os dias para ti, mas antes o que olha por ti todos os dias. Sei dar e partilhar, sei ajudar, apoiar, e fazer-te sentir que és mesmo muito importante para mim.

Foi em Dezembro que o conheci... não tarda fará um ano. As suas características são muito conhecidas. É estéril, não oleoso, transparente, não irritante, e de extrema importância. Como apareceu na minha vida, assim ficou, quase imaculado. A embalagem não é o seu forte, até é discreta, e a sua apresentação é quase confrangedora. Pesa apenas oitenta e dois gramas, e não é um contraceptivo.

Falo-vos do K-Y... é este o nome de código para este gel lubrificante de combate à dor. É importante que se saiba que o K-Y não anda na boca de toda a gente. Nem pensar! Seria um erro! Nem nunca ninguém ousou dizer à boca cheia: "Eu amo o K-Y", ou "Eu dava a minha vida pelo K-Y", nada disso, o K-Y é um nome que se diz como se fosse uma senha, porque ele é capaz de uma revolução. Nas farmácias, já todos estão treinados para o ler nos lábios dos clientes. Perante o K-Y, qualquer caixa de preservativos pedida na farmácia é como pedir um Vic Vaporub... inofensivo.

Eu ainda usei pouco o K-Y... não tem calhado. Guardo-o para ocasiões especiais. Chamem-me conservadora, mas comigo ninguém merece conhecer o K-Y nas duas ou três primeiras noites... depois logo se vê... o momento pode pedir... ou não.

Durante muitos anos, a minha vida sexual não passou por aí... não sei bem porquê. Não deve ser uma questão de maturidade, pois não? Os homens, é seguro, pensam muito mais nisso, e algumas mulheres dizem: "Nem penses nisso!". Sinceramente nunca ninguém me propôs nada que eu não quisesse.

Agora lembrei-me da noite em que decidimos experimentar o que nunca tínhamos feito antes... passe o tempo que passar, nós vamo-nos sempre lembrar e repetir aquela primeira vez... Mesmo sem o K-Y...

É a nostalgia do Verão, eu sei, mas lembrei-me do calor dele, e que me apaixonei. Mas nunca pensem que vos vou conto tudo... Até agora nunca me vi a gostar de ninguém por interesse. Gosto porque sim... às vezes é o olhar que me prende, outras vezes são as mãos bonitas, ou a voz grave das palavras, que até podem ser leves. Gosto porque sim... acontece-me gostar, gosto e pronto, gosto... quero... tenho... quando corre bem é claro.

Eu vi-o, e fascinei-me logo. Uma tarde, ele passou por mim, e disse:
"Olá! Estremeci, ou foi a terra?"
Lindo, era lindo, tudo nele parecia perfeito.

Eu tinha prometido a mim mesma não voltar a envolver-me com rapazes abaixo dos trinta... mas agora rendi-me de novo aos mais novos. Não nos conhecíamos antes, e nunca mais nos voltaremos a conhecer. Foi um calor de Verão, que morre na praia, mas que incendeia o espírito, mesmo que não se queira.

Metemos conversa num bar, dançamos, beijámo-nos, e acabamos cansados de tanto prazer. Acho que até poderíamos acabar casados... mas para quê interromper o prazer? Ele foi-se embora quando o sol já rompia o céu, e eu dormi sobre o assunto...

Eu já devia ter percebido que isto me ia acontecer... era tão previsível... tão normal... diria mesmo até inevitável... pois é, fui etiquetado pela Cristina do blog "As the world turns", e pela Ana Boxexas do blog "Wicahpis".
Que história de etiquetas é esta, estarão alguns de vocês a pensar. Eu explico, por ter sido etiquetado, vou ter que me descrever através de seis características. Depois tenho que colar etiquetas em mais seis bloggers.


Não faço a miníma ideia de quem sou, e que tipo de etiquetas deveriam servir para mim, mas também não interessa, porque por vezes parece que sou mais do que uma pessoa ao mesmo tempo. Há quem goste só da segunda, e há quem deixe a segunda de lado, e goste apenas da primeira, por isso, nem quero sequer pensar muito nisso. Gosto de "inventar" outras pessoas em mim, mesmo quando essas pessoas me passam para a pele, e me fazem fazer coisas que não quero.

Tanto posso ser confuso, desigual, incerto, ou imperfeito... como logo a seguir posso ser discreto, respeitado, arrumado, metódico, exigente, e até um bocadinho invejado.

No entanto há coisas em que me mantenho constante. Gosto de amar, porque um homem pode tornar-se num monstro se não amar. O amor altera as pessoas das formas mais inesperadas, porque o amor é o único mistério da vida, antes e depois da morte, porque até a ela pode sobreviver... o amor só não sobrevive à sua própria morte, quando aqueles que amamos se revelam outros, ou quando alguém desiste de nós.

Também gosto de falar de uma forma ponderada, e de dizer o que penso com sinceridade... digo tudo o que penso, e por vezes vou mais longe que os meus próprios limites. Às vezes até parece que gosto de brincar com o fogo!!!

Sou também um pouco obcecado pelo perfeccionismo, mas não pela perfeição, porque isso é outra coisa, e que raramente se encontra.

No fundo sou aquilo que acho que devo ser, e foi assim que me tornei na pessoa que sempre imaginei ser, porque cada um de nós é mais verdadeiro quanto mais se parece com aquilo que imagina ser.

Talvez se me deixasse de olhar ao espelho pudesse ser diferente, mas porquê fazer isso, se gosto de ser assim, se é bom ser assim como sou?
Por isso para quê mudar o que nos faz sentir bem?

Quanto aos bloggers que escolho para colar etiquetas, e darem seguimento a esta iniciativa são os seguintes:

Dark Angel, Litinha, Tazaroteno, Paula Raposo, Squeezy, e a Aware

É altura de acalmar o pânico das pessoas que estão preocupadas com os downloads que fazem no computador. Quem faz downloads da Internet (música, filmes, fotografias) é apelidado de "pirata informático". Mas há uma grande diferença entre fazer downloads e desfrutar desses mesmos downloads no conforto da nossa casa, e de fazer downloads de filmes e músicas e ir vender para a feira, ou qualquer outro local.

Quem lucra com estes negócios de downloads para vender posteriormente, é que deve ser apelidado de "pirata informático". Ou será que quando se gravava as telenovelas e filmes da televisão em cassetes, também se era chamado de "pirata da televisão"? É exactamente a mesma coisa. Em vez de se copiar da televisão, copia-se da Internet.

Em Portugal só há uma maneira de obrigar as pessoas a pagar multas ou indemnizações: o tribunal! Mas como o nosso computador é tão confidencial como a nossa conta bancária... Não há processo em tribunal, e sem processo em tribunal, ninguém nos pode pedir indemnizações, ou ter acesso ao nosso computador, ou "consultar" que downloads fazemos.

Neste momento, em Portugal não há nenhuma lei relativamente à pirataria informática. Da mesma maneira que não há qualquer precedente de tal situação. Todos aqueles anúncios que vemos no cinema, nunca deram em nada, nem nunca ninguém foi preso. São apenas campanhas!

Neste país nem uma pessoa que viola crianças vai presa, quanto mais nós que apenas fazemos uns downloads. Tirar músicas da Internet dá multa até 5000 euros!!! E andar a 120km/h dentro de uma localidade dá 500 euros. Passar um sinal vermelho menos que isso. Desencadear um acidente porque se bebeu demais fica-se sem carta. Acham justo? Tirar músicas da Internet é que é mau para a sociedade, e os perigosos somos nós, não?

Quem acham que perde com isto tudo? O terror instala-se, as pessoas começam a parar de fazer downloads, e a Internet em casa passa a ser usada para ver páginas e ler e-mails. Quem precisa de grandes velocidade para isso? Ninguém... assim começamos a cancelar a Internet, ou a passar para uma mais barata. E quem sofre? O fornecedor de Internet.

Há vários cantores e grupos de música nacionais que culpam a "pirataria" das baixas vendas que os seus álbuns têm no mercado. Por favor... metam a mão na consciência... quem é a pessoa com alguma inteligência que se vai meter a fazer downloads de músicas da Ágata? ou da Rosita? ou do Agrupamento Musical Diapasão? ou pior, do Iran Costa?

Ora vejamos:

Fim da Pirataria -> Menos Utilizadores da Internet -> Choque Tecnológico por água abaixo -> Portugal país cada vez mais atrasado a nível europeu

Fim da Pirataria -> Menos Utilizadores da Internet -> Menos lucros dos ISP's
-> PT apresenta prejuízo -> Portugal país cada vez mais atrasado a nível europeu

Fim da Pirataria -> Aumento dos Processos que se acumulam nos tribunais -> Justiça mais lenta -> Portugal país cada vez mais atrasado a nível europeu

Ok, concordo que os direitos de autor têm que ser protegidos. Mas não concordo que um simples CD de música cujo custo de fabrico ronda 1€, seja vendido por 15/20€, em que apenas cerca de 2€ vão para os artistas. E ainda têm a lata de chamar piratas a nós?

Não se deixem vencer pelo medo, nem pelas ameaças. Levem a vossa vida atrás do computador calmamente, não se castiguem por algo que não estão a fazer, e acima de tudo, não deixem que pensem que somos uma cambada de saloios e que nos podem meter medo!

A dor dá-nos a ilusão parva de que só nós é que sofremos, e de que a nossa dor é maior do que qualquer outra.

Só a ti consigo contar todos os problemas que me afligem, todas as alegrias que completam os meus dias, todos os sonhos que tenho para o futuro... mesmo depois de tudo, continuas a ser a primeira pessoa que me ocorre para falar, para desabafar...

Só quero aquilo que estiveres disposta a dar-me, não te quero forçar a nada, nunca quis. Acreditas em mim?

Se alguma vez o fiz, não foi propositado, foi apenas o reflexo do quanto preciso de ti, e do quanto me deste a entender que também precisavas de mim...

No amor é necessário haver diálogo para se saber o que se espera um do outro, o que se gosta e o que não se gosta. Só assim a relação pode ficar mais verdadeira. O diálogo é capaz de unir as pessoas de tal forma que elas tornam-se capazes de viver em respeito mútuo.

Quando num relacionamento começa a deixar de haver diálogo, o distanciando vai aumentando, e pior do que isso, é que se vão criando alucinações mentais, do tipo, "eu acho que ele não gosta daquilo", ou "eu acho que ela me enganou". Quanto menos diálogo houver numa relação, maior é a distância.

Há diversas formas de estabelecer o diálogo. Pode ser através de olhares... de palavras... ou de atitudes. Quando o medo de conversar cresce na relação, com o passar do tempo, vão-se corroendo os sentimentos e a união.

Muitas vezes, quando se resolve falar, acaba-se por se descobrir que já se está a viver em mundos tão distantes e tão diferentes que já é tarde demais, porque o amor foi sufocado pelo veneno da mentira, da hipocrisia, e até da omissão.

Por isso, vamos começar a desenvolver o poder do diálogo. Antes de mais nada, vamos lembrar-nos que não há razão de ser para situações que não estejam baseadas na verdade. De nada adianta falar, viver, ou tentar qualquer outra coisa, se a verdade não for a chave para isso. Se queremos realmente manter o amor, vamos comprometer-nos com a verdade.

Isto não nos tornará pessoas livres de cometermos erros. Todos nós tomamos atitudes erradas em alguma fase da vida. Quando estamos comprometidos com a verdade, tudo vale a pena, tudo pode ser superado, tudo pode ser perdoado.

A verdade é o maior segredo, o mais precioso tesouro, e o melhor alicerce para manter o amor. Não é possível existir e fazer com que a nossa vida exista, se vivermos num emaranhado de omissões, enganos, e farsas.
Por mais difícil e doloroso que possa parecer, esta é a única forma de vivermos, de sermos nós mesmos, e de sermos felizes.