Profile | Facebook | Slide | Videos | Fotos | Portofolio | twitter | Ebay | Leilões.net | email |


O Ano acabou, e não vai deixar saudades. Foi um Ano cheio de desastres naturais, guerras, mortes, gente com fome, e crises e mais crises financeiras. Terminou mal por todo o lado... mais miséria, mais fome...

E o que nos irá trazer o Novo Ano???

É certo que entramos nele com alguma esperança, porque é nele, novinho e ainda puro, que os nossos corações têm que acreditar. Mas... será igual aos outros? Que nos enchem de esperança, para depois nos desiludirem? Ou será diferente? Eu pessoalmente não acredito muito, nem tenho grande fé. Será que tu que acabaste de chegar novo e limpinho serás capaz? Serás diferente?

Desejo-vos um Bom Ano Novo, porque como a esperança é sempre a última a morrer (não é o que dizem?)... talvez ainda haja milagres... talvez...

Santa Maria da Feira fica a sul do Porto, e é a cidade onde acontece o maior evento de recriação histórica medieval do País, da Península Ibérica, e um dos maiores da Europa.

Realiza-se todos os anos durante dez dias no centro histórico da cidade, e atraí por dia mais de 50 mil visitantes. É um projecto único pelo seu rigor histórico e dimensão, quer espacial, quer temporal, que envolve toda a população local, e não só, na sua realização. Todo o centro da cidade é tematizado, e até mesmo as lojas e bancos que existem no local têm um make over medieval.

Começou por se realizar apenas na zona do castelo, mas rapidamente se expandiu para todo o centro histórico e zona envolvente, ocupando actualmente uma área superior a 40 hectares. Consiste na recriação de episódios e acontecimentos que marcaram a história nacional da Idade Média. Nesta festa são montadas várias barracas que vendem produtos da época, desde comida, bebida e chás, até roupas, espadas e bijuterias.


Como acontece todos os anos, não poderia faltar à Feira Medieval, em Santa Maria da Feira. É impressionante como uma cidade inteira se mobiliza para realizar uma viagem histórica tão completa. Como sempre, comi numa das barracas onde o porco no espeto é cortado em pequenas fatias finas, misturado com um molho, e depois colocado num pão artesanal. Uma verdadeira delícia... Para complementar esta refeição tipicamente medieval, nada melhor que beber umas sangrias em copos de cerâmica. Terminei a noite comendo o tradicional pão com chouriço.


Todas as actividades, e cenários recriados são fantásticos, e cada vez que visito a feira fico sempre com vontade de lá voltar!!! Recomendo uma visita a esta feira no próximo ano. Penso que ninguém se irá arrepender. Eu voltarei para o ano seguramente, porque apesar de tudo, ainda há boas iniciativas empreendedoras neste país.

fotografias: Å®t Øf £övë
música: Moment of Surrender

Se há algo democraticamente distribuído nesta vida é o tempo, porque todos temos exactamente 24 horas por dia. O que já não acontece em muitas outras coisas, como por exemplo a inteligência... uns têm mais do que outros...

Eu partilho da máxima de que quem tem tempo não é quem não faz nada, mas sim quem o consegue gerir de forma a fazer aquilo que quer, porque quem o sabe gerir melhor não é quem controla o tempo que dedica a cada coisa, mas sim quem consegue definir as suas prioridades.

Na nossa vida nunca iremos ter tempo para fazermos tudo o que desejamos. Nós não somos donos de todo o nosso tempo, porque não temos em relação a ele toda a autonomia que gostaríamos de ter. O tempo é por estes dias o recurso mais escasso das nossas vidas.

Prolongarmos a duração de nossa vida é algo que nós não conseguimos controlar, por isso só podemos aumentar a nossa vida ganhando tempo dentro da duração que ela tem. O que nem sempre está ao alcance de todos. É que quando o nosso tempo termina, a nossa vida acaba, e não há como obter mais... o tempo é a vida.


Eu diria que o silicone é tão útil como o puré de batata de pacote, ou seja, há bocas que comem tudo e não percebem a diferença...

Ora se há quem não saiba nem pegar no garfo e na colher quanto mais nas delicadas mamas de uma gentil donzela!!!

Mamocas... Mamas... gosto da palavra, dá um sentido divertido à coisa. Eu acho mesmo que as mulheres têm mamas, não seios. Por exemplo, o bebé mama não seia... as mulheres fazem mamografia não seiografia... é mamilo, não seiílo...

Seio é uma palavra banal usada para quase tudo e tem uma componente muito "clínica". Todos nós já ouvimos expressões do tipo "no seio da família", ou "no seio do governo". Isto faz sentido? Aqui, seio quer dizer meio, e as mamas estão de lado... uma de cada lado.

A palavra mamas ou mamocas faz mais justiça ao significado, porque seios pode suscitar algum constrangimento da nossa parte, por ser uma palavra que nos remete para algo sagrado... que não se pode tocar... É frequente ouvirmos dizer em alto e bom som: "Mama aqui para ver se eu deixo!!!". Não se ouve dizer: "Seia aqui para ver se eu deixo!!!". Não tinha o efeito desejado...

Eu gosto de mamas... Não acho que seja paranóia minha. Enfim... mas se alguém acha que sim, está no seu direito. Nisto de mamas eu tenho o espírito democrático. Gosto delas independentemente se são pequenas, médias ou grandes.

Para mim continua a ser um mistério o formato delas... nunca percebi bem porque é que algumas mulheres as têm grandes e outras não. Porque é que há tantas formas e feitios. Talvez seja por isso que são tão fascinantes.

Acho que podemos comparar as mamas às impressões digitais. Não há um par igual ao outro. Humm... comparar mamas a impressões digitais!!! Parece-me uma comparação de gosto duvidoso. Eu respeito, e admiro muito esses belíssimos adornos com que as mulheres nos presenteiam. Sem elas... as mamas... o que seria deste mundo?

Foi aqui que tudo começou… foi aqui que nasceu Portugal…
Em Guimarães, também conhecida por cidade berço.

Guimarães é uma bela cidade, e merecedora de uma visita aprofundada. É uma cidade com ruas elegantes, onde podemos observar que as janelas e varandas das casas têm quase sempre bonitos arranjos florais, como que a darem as boas vindas a quem a visita.

O seu centro histórico é esplêndido, e possui uma área de esplanadas que nos permite usufruir de uma bela panorâmica de todo o centro da cidade. Claro que se impõem a visita ao Castelo e ao Paço dos Duques de Bragança, onde nos deparamos com a história, e com o local de onde verdadeiramente nasceu Portugal, às mãos de D. Afonso Henriques.


Não deixem também de dar um “saltinho”, de preferência através do teleférico, à Penha, porque vão deparar-se com uma vista deslumbrante sobre toda a cidade de Guimarães, bem como poder aproveitar os bonitos parques verdejantes, e os seus românticos recantos.


Em conclusão, eu diria que Guimarães é uma esplendorosa cidade que merece ser conquistada.
fotografias: Å®t Øf £övë

Lá estavas tu com um sorriso lindo...
Foi esta a imagem com que fiquei de ti. Alguém que eu conheci quase por acaso, como se ao mesmo tempo tivesse a noção de que nada é por acaso.

"Pode ser perigoso" - respondeste à minha questão do "parece que nos conhecemos há anos". Talvez... Mas perigoso talvez seja tudo... Talvez seja perigoso eu passar a ver-te cada vez mais bonito. Eu passar a sentir-me cada vez mais incomodada com o teu olhar. Eu própria te ter passado a olhar de uma outra forma. Tudo connosco poderia ser perigoso. Não apenas qualquer coisa, mas sim tudo.

Passámos horas e horas à conversa. Tu ouviste-me, eu ouvi-te, e olhámo-nos... muito. Tudo o que eu quero é voltar a ver-te. Porque a ideia com que fiquei foi de que alguma coisa ficou por dizer... ou fazer...



O homem cansa-se
O Espírito não
O homem desiste, rende-se
O Espírito não
O homem rasteja
O Espírito voa
O Espírito vive
Quando homem morre

O homem parece
O Espírito é
O homem sonha
O Espírito vive
O homem é preso
O Espírito é livre
O Espírito é...
O que o homem se quiser tornar

Nunca importa saber onde paramos, ou em que momento da vida nos cansamos. O importante é termos presente que é possível sempre que quisermos, e sentirmos necessidade disso... Recomeçar...

See you soon...

Estava eu um dia destes nas minhas divagações, quando inesperadamente cheguei à conclusão que gosto de homens vagamente gays!!! Este ano que caminha a passos largos para o seu final, tem-me dado uma bela amostra dos exemplares masculinos. Sempre me estive a borrifar para a coisa do "homem ideal", porque o "homem ideal" não existe. Vive apenas na cabeça de quem nunca esteve apaixonada, ou de quem nunca teve ninguém a encher-lhe as medidas.

Gosto de brincar com um homem. Gosto de me expor ao ridículo com ele. Gosto de ser feia ao acordar (e alguns deles, de tão apaixonados, até já me vêem bonita), e aparecer deslumbrante ao jantar. Gosto de ser apanhada na casa de banho a limpar as orelhas com um cotonete, ou vê-lo a brincar com as minhas cuecas na cabeça. Gosto de estar na cama a rir-me com ele por se ter embebedado na noite anterior e ter beijado o amigo. Ou por eu ter sido assediada pela rapariga do bar que me ofereceu shots a noite inteira, e o ignorou o tempo todo.

Homem de que eu goste, cobre-me do frio, diz as palavras que eu gosto de ouvir, e está disposto a tudo para me ouvir gritar na cama, e nunca me vai dizer "cuidado que te podem ouvir", pelo contrário, dirá antes "grita mais que eu gosto tanto".

Para as características físicas estou-me sinceramente nas tintas. Nem pernas boas, nem músculos, nem peitorais, porque nadinha disto tem cabimento na minha cabeça. Ou seja, ele até pode vir com tudo isto, mas vai ter que me apertar as coxas e rir-se com as minhas estrias.

Homem que eu goste não tem de ser de nenhuma forma, nem estar em forma. Nem tem de ser branco ou preto, mas tem que ter raça, e coragem, porque o amor é sempre um acto de coragem.

O próximo ano vai ser o ano para combater os homens ideais. Vai ser o ano de procurar um homem vagamente gay, que me diga "a tua carteira é tão bonita", sem querer usá-la. Ou vai ser o ano para apanhá-lo a usar na cara o creme reafirmante para o corpo, e perceber que ele nem tinha reparado nisso. É no início do ano que temos que acordar a nossa lucidez, porque ela tende a perder-se com o passar dos dias. Em 2011 vou procurar pessoas, em vez de perseguir ideais...