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Santa Maria da Feira fica a sul do Porto, e é a cidade onde acontece o maior evento de recriação histórica medieval do País, da Península Ibérica, e um dos maiores da Europa.

Realiza-se todos os anos durante dez dias no centro histórico da cidade, e atraí por dia mais de 50 mil visitantes. É um projecto único pelo seu rigor histórico e dimensão, quer espacial, quer temporal, que envolve toda a população local, e não só, na sua realização. Todo o centro da cidade é tematizado, e até mesmo as lojas e bancos que existem no local têm um make over medieval.

Começou por se realizar apenas na zona do castelo, mas rapidamente se expandiu para todo o centro histórico e zona envolvente, ocupando actualmente uma área superior a 40 hectares. Consiste na recriação de episódios e acontecimentos que marcaram a história nacional da Idade Média. Nesta festa são montadas várias barracas que vendem produtos da época, desde comida, bebida e chás, até roupas, espadas e bijuterias.


Como acontece todos os anos, não poderia faltar à Feira Medieval, em Santa Maria da Feira. É impressionante como uma cidade inteira se mobiliza para realizar uma viagem histórica tão completa. Como sempre, comi numa das barracas onde o porco no espeto é cortado em pequenas fatias finas, misturado com um molho, e depois colocado num pão artesanal. Uma verdadeira delícia... Para complementar esta refeição tipicamente medieval, nada melhor que beber umas sangrias em copos de cerâmica. Terminei a noite comendo o tradicional pão com chouriço.


Todas as actividades, e cenários recriados são fantásticos, e cada vez que visito a feira fico sempre com vontade de lá voltar!!! Recomendo uma visita a esta feira no próximo ano. Penso que ninguém se irá arrepender. Eu voltarei para o ano seguramente, porque apesar de tudo, ainda há boas iniciativas empreendedoras neste país.

fotografias: Å®t Øf £övë
música: Moment of Surrender

Foi aqui que tudo começou… foi aqui que nasceu Portugal…
Em Guimarães, também conhecida por cidade berço.

Guimarães é uma bela cidade, e merecedora de uma visita aprofundada. É uma cidade com ruas elegantes, onde podemos observar que as janelas e varandas das casas têm quase sempre bonitos arranjos florais, como que a darem as boas vindas a quem a visita.

O seu centro histórico é esplêndido, e possui uma área de esplanadas que nos permite usufruir de uma bela panorâmica de todo o centro da cidade. Claro que se impõem a visita ao Castelo e ao Paço dos Duques de Bragança, onde nos deparamos com a história, e com o local de onde verdadeiramente nasceu Portugal, às mãos de D. Afonso Henriques.


Não deixem também de dar um “saltinho”, de preferência através do teleférico, à Penha, porque vão deparar-se com uma vista deslumbrante sobre toda a cidade de Guimarães, bem como poder aproveitar os bonitos parques verdejantes, e os seus românticos recantos.


Em conclusão, eu diria que Guimarães é uma esplendorosa cidade que merece ser conquistada.
fotografias: Å®t Øf £övë

Berlim é uma cidade bem particular...
Só mesmo indo a Berlim para nos apercebermos o quanto a cidade está carregada de história. Boa parte dessa história está reflectia na reconstrução, e na destruição de prédios, igrejas, monumentos ou bairros inteiros, que foram bombardeados durante a Segunda Guerra Mundial.


Houve um tempo em que a maior atracção de Berlim era a Igreja Memorial de Guilherme I, mantida de propósito no estado em que ficou depois dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial. Hoje há tanta coisa para ver que chegamos a correr o risco de nos esquecermos dela…


A desconstrução é representada pelo Muro derrubado que reunificou a Alemanha novamente em 1989, e que ainda hoje permanece lá, embora na sua esmagadora maioria de forma invisível. Do Muro apenas resta uma linha assinalada no chão da cidade, e curtos pedaços preservados como relíquia histórica. A história que o Muro representa impressionou-me bastante porque eu vi acontecer pela televisão. É diferente de aprender uma história que aconteceu bem antes de eu existir, sei lá, parece-me uma coisa mais real.


Pariser Platz, em frente ao Brandenburger Tor, é o mais importante portal de Berlim. Antes da guerra, era o símbolo da paz, e depois da reunificação tornou-se no símbolo do nacionalismo alemão. O Memorial das Vítimas do Holocausto, é uma área grande, mais ou menos equivalente a um quarteirão, com 2.700 pedras escuras de tamanhos diferentes que fazem lembrar um cemitério. Mais à frente chega-se ao local onde se encontra o Bunker onde Hitler passou seus últimos dias. É um lugar completamente comum que foi aterrado e transformado num parque de estacionamento.


Ainda há o Checkpoint Charlie, que era um dos pontos de fronteira entre o lado americano e o lado soviético do Muro.
No lado Oriental da Alemanha é onde as coisas acontecem, onde estão os melhores museus, os monumentos restaurados, as novas construções, e a vida nocturna.




A descoberta da nova Berlim começa quando se sai da estação de metro de Potsdamer Platz e se dá de caras com o Sony Center, que é uma praça futurista delimitada por prédios disformes e coberta por um tecto de vidro. Há uns anos atrás lá só havia destroços do Muro de Berlim, cuja história se pode conhecer numa exposição permanente em frente à praça, onde ainda existem fragmentos do Muro intactos.




As ruas mais comerciais de Berlim são a Französischer Strasse e Friedrichstrasse. A rua da noite institucionalizada, com restaurantes e bares, é a Oranienburger Strasse. É um bom local para experimentar a autêntica comida alemã, a currywurst (salsicha levemente temperada com curry), e que é famosa na cidade. E, claro, não se esqueçam de experimentar a maior quantidade possível de cervejas!!!
O facto é que gostei muito de Berlim. Foram dias muito bem aproveitados.

fotografias: Å®t Øf £övë
música: Der Anfang Vom Ende


Fui conhecer um pouco do México, mais propriamente a Riviera Maya que se encontra situada na península de Yucatãn. Apanhei dias bons, mas também a habitual chuva tropical, que quando cai é forte, mas que as elevadas temperaturas fazem com que nunca se torne desagradável. Os Mexicanos são um povo simpático e incansável na tentativa de que tudo seja maravilhoso.

Foram dias fantásticos com muita praia, muita piscina, muito bronze, muito descanso, e muita cultura... Estive em belíssimas praias de areia fina e águas de um azul límpido. Óptimas piscinas onde nunca faltava animação nem bebida. Soube-me pela vida... água a 22ºc!!!



O México está cheio de locais de história milenar e cheia de cultura. Aprendi tanta coisa sobre os Mayas... a sua matemática e sistema numérico, a astronomia, os símbolos, a praça das mil colunas, os campos de jogos dos prisioneiros, o cenote sagrado, a pirâmide de KuKulkan, Chichen Itza, Coba, Tulum...
A minha curiosidade aumentou à medida que fui aprendendo tanto sobre um povo que vai perdendo as suas raízes, mas que efectivamente ainda existe...



A visita a Xcaret também foi "obrigatória", porque se trata de um parque temático onde se passa um dia de puro divertimento mesclado de cultura. Tem um rio subterrâneo, onde é possível termos a experiência única de deslizar por águas frescas e transparentes, e simultaneamente observar o seu fundo repleto de fauna marinha e vida selvagem, com muitos peixinhos coloridos e tartarugas gigantes, o que me tornou num verdadeiro fã de mergulho.

Por fim, e já cansado, mesmo assim valeu a pena assistir a um espectáculo nocturno de duas horas de cultura Maya e Mexicana verdadeiramente excelente, cheio de música, sons, e ritmos.

Também não faltaram as compras e as visitas nocturnas a Cancun, onde tive a oportunidade e a felicidade de ter estado naquela que considero a melhor discoteca em que já entrei até hoje, e olhem que não foram tão poucas assim, onde o conceito de animação nocturna é excelente, e para o qual ainda não conheço semelhança.


Ficaram a faltar fazer algumas coisas, mas o tempo e os dólares não esticam. Ficam para a próxima... sim porque vai haver próxima, porque este é um dos locais onde vale mesmo a pena voltar... With or without you...

fotografias: Å®t Øf £övë
música: With or Without You


A neve é divertida
A neve é branca
A neve é fofa
A neve é leve
A neve é fria

A neve parece sal
A neve parece açúcar
A neve parece farinha
A neve parece espuma
A neve parece chantilly

Eu gosto de neve!!!


Gosto da Serra da Estrela, com ou sem neve, mas sobretudo com neve, porque não há nada como a neve para nos suavizar, tornar mais doces, e termos a verdadeira noção da plenitude. A Serra da Estrela não é só Torre, há também as aldeias, os trilhos, a fauna, a flora, a geologia, as paisagens, e as populações.

Gostei de subir à Serra, porque quanto mais andávamos, mais lindo se tornava... e com -5ºC... tornou-se lindo abrir a porta do carro, que estava quentinho, e sentir aquele ar de cortar a respiração... geladíssimo. Apanhamos chuva, trovoada, sol, nevoeiro, granizo, e finalmente... neve. Houve um pouco de tudo para todos os gostos. Um espectáculo impressionante... um privilégio.

A grandiosidade da Serra da Estrela está em tudo... no tamanho, no ambiente, no ar, na gastronomia, no artesanato... e em tudo o que faz deste lugar, um lugar único. A Serra da Estrela transporta-nos para a vida tradicional das pequenas aldeias, para a riquíssima gastronomia, repleta de enchidos, e claro o famoso queijo da serra. No artesanato temos todos aqueles casacos de pele que nos fazem ter vontade de os trazer a todos.

É bom conhecer o outro lado do nosso país de mar. Conhecer o lado serrano, dos queijos, pastores, compotas, histórias, e castelos. A Serra da Estrela é tudo isto, e muito mais... é um óptimo destino.

fotografias: Å®t Øf £övë
música: Encosta-te a Mim

Bilbao... cada vez gosto mais desta cidade. Fico sempre com uma enorme vontade de voltar para descobrir novas rotas. Já sei que a política por lá pega fogo, e eu sou contra a violência terrorista, mas cada vez que vou a "terras bascas" entendo melhor o seu desejo de independência, porque eles têm um "país" muito diferente do resto de Espanha.



Bilbao
é uma cidade nascida do seu porto, e que fica no País Basco, que é uma região localizada entre o norte de França e a Espanha, e a principal característica pela qual é conhecida esta zona, é pela sua incessante luta pela independência. Mas isto por si só não chega para descrever esta zona, é demasiado redutor para tanta beleza.


Bilbao é uma cidade com personalidade, com um povo singular que sabe receber com atenção e simpatia, e ainda tem a sorte de contar com excelentes museus, edifícios, praças, e bairros muito interessantes. Os Bilbaínos têm também uma gastronomia que merece ser conhecida, onde em qualquer "biroska" se come muito bem, por isso podemos fazer em ir "de pinchos" pelo "Casco Viejo" um roteiro obrigatório.


Bilbao é uma cidade onde o moderno e o antigo se conjugam em perfeita harmonia. A parte velha de Bilbao (Casco Viejo) é o coração da cidade, e situa-se na margem direita da ria, entre a ponte de San Antón, e a Igreja de San Nicolás. Para além do famosíssimo Museu Guggenheim, tem também o Mercado de La Rivera, Igrejas bonitas, lindos passeios e jardins contornando a ria, bares animados, bons restaurantes, ruas limpas, e pessoas amáveis.


Desta vez não deu tempo para descobrir e visitar as cidades vizinhas, mas como sempre acontece, voltou a ficar a enorme vontade de voltar para continuar a exploração...

fotografias: Å®t Øf £övë
música: Abro La Ventana


E eu, e tu
Perdidos e sós
Amantes distantes
Que nunca caiam as pontes entre nós

fotografia: Å®t Øf £övë
música: Pontes Entre Nós

Fui descansar "à sombra" da Serra da Lousã, um local magnífico... a serra, porque a cidade não é muito atractiva. A parte nova é desinteressante, e a zona antiga está praticamente abandonada, apesar dos inúmeros solares e palacetes que por lá existem.


Mas a Serra da Lousã tem algo de especial que ainda não sei bem o que é. Talvez sejam as maravilhosas e exuberantes paisagens, algumas de cortar a respiração pela sua beleza e magnitude... ou talvez tenha sido a companhia.
O que de melhor a Lousã nos oferece é o seu espaço natural... a serra, com as suas aldeias serranas com casas de xisto... lindas, onde os sentidos despertam, e em que dá vontade de conhecer todos os seus recantos. Um bom local para quem quiser viver longe de tudo, apenas rodeado pelo silêncio, pelos veados, javalis, e milhafres.


Ao falar da Serra da Lousã não me posso esquecer de falar no Castelo de Arouce, situado no topo de um outeiro, e que se assemelha à quilha de um navio.
A Serra da Lousã é um local especial, quase mágico. Adorei lá estar, porque me ajudou a hierarquizar as prioridades da vida, e faz-me perceber e acreditar que a simplicidade nos torna mais humanos, porque nos faz sentir que ser diferente num mundo igual, faz de nós pessoas tão especiais, únicas, e belas.
A Serra da Lousã tem este encanto: o de despertar em nós sentidos...

África é um Continente de contrastes, e se queremos conhecer uma cidade desenvolvida, e ao mesmo tempo cheia de contrastes, então Marrakech é essa cidade.


Tudo é possível em Marrakech, e tudo existe em Marrakech... desde cobras na praça central, aos condutores dos "petit Taxis", passando pela Medina... tudo é incrível, e impossível de esquecer. Marrakech é uma cidade que nos fascina por tudo... pelas cores, pelos sabores, pelos odores, pelo povo, pelos sons, pelos contrastes, pelo exotismo, pela arquitectura, e principalmente pelo branco da neve que paira por esta altura do ano no pico das Montanhas do Alto Atlas.


Estas Montanhas têm uma beleza bem característica, porque estão sempre com neve no topo seja Verão ou Inverno. E é tão bom atravessá-las rumo ao Sul...

Os Açores deixa-nos a sensação brutal de deturpação dos sentidos. Olhando para o horizonte, e para o céu muitas vezes marcado pelas nuvens pesadas, a primeira sensação com que se fica é de ausência, mas simultaneamente sentimos a possibilidade de encontrar ali um qualquer chamamento.

É quase impossível perceber o que provoca em nós um misto de nostalgia e irresistibilidade que nos deixa sem palavras. Não estou a falar da magnificência da paisagem, das cores, ou do bombardeamento dos sentidos.

Bem pelo contrário, porque as paisagens são relativamente monótonas, marcadas pelo verde e pelo castanho, às quais se juntam as variações que se extremam entre o amarelo e o cinzento, quase sempre marcadas pelo intenso filtro solar de luz a que as nuvens obrigam.

Se há coisas que se explicam melhor com os silêncios do que com as palavras, os Açores são um bom exemplo disso...

fotografias: Å®t Øf £övë
música: "Alma Mater"

Melgaço é uma cidade linda, apesar de pequena, com pessoas simpáticas, onde a beleza das paisagens e a magnitude da natureza se mostram vestidas de tonalidades que preencheriam a mais completa palete de cores.


Conta-me histórias, de tempos, a que eu gostaria de voltar
Tenho saudades, de momentos, que nunca mais vou encontrar
A vida talvez seja só três dias
E eu quero andar sempre devagar, até a ti chegar...


fotografia: Å®t Øf £övë
música: Ninguém (é de ninguém)


Óbidos é lindíssima, e o ambiente que a rodeia é deslumbrante. Cercada por uma muralha espectacular permite-nos passear, e desfrutar da pousada que é divinal. Cada cantinho parece ter sido tirado de um quadro qualquer. Vale a pena passar lá um fim-de-semana romântico.

Os seus restaurantes e demais lugares, como bares e casas típicas são um sítio óptimo para descansar, e para fugir ao stress citadino. Neste sentido, digo-vos que nem que seja por uma vez na vida vale a pena ir a Óbidos e apreciar o encanto deste lugar único.

Quando posso lá vou eu dar uma escapadela até este lindo lugar, porque pensar num fim-de-semana de pura descontracção e tranquilidade, é uma ideia inevitável... e possível de ser concretizada... é um sonho tornado realidade... para uma sempre necessária revitalização, rodeado de aromas e sabores especiais, entre uma Ginjinha e um Toupeiro, ao som de "Sometimes You Can't Make It On Your Own"...


Tough, you think you've got the stuff
You're telling me and anyone
You're hard enough

You don't have to put up a fight
You don't have to always be right
Let me take some of the punches
For you tonight

Listen to me now
I need to let you know
You don't have to go it alone

And it's you when I look in the mirror
And it's you when I don't pick up the phone
Sometimes you can't make it on your own

We fight all the time
You and I... that's alright
We're the same soul
I don't need... I don't need to hear you say
That if we weren't so alike
You'd like me a whole lot more

I know that we don't talk
I'm sick of it all
Can you hear me when I sing
You're the reason I sing
You're the reason why the opera is in me...

Where are we now?
I've got to let you know
A house still doesn't make a home
Don't leave me here alone...

fotografias: Å®t Øf £övë
música: "Sometimes You Can't Make It On Your Own"


Like a Summer in Paris... at night
Far away from all my worries... I can live again
Far away from the cool... I run away... to Paris
And in your arms, I forget myself... all night long

Summer in Paris...
Like a Summer in Paris... at night
A sublime desire of a Summer in Paris
I miss that kiss...
On Summer in Paris...


fotografia: Å®t Øf £övë
música: Summer in Paris


E porque a mim me encantou, resolvi partilhar uma das muitas coisas boas que a vida nos pode oferecer.
E afinal a vida tem tantas coisas, e momentos bons, que merecem ser vividos e partilhados...


A História do Bar

O bar fica em Câmara de Lobos, na ilha da Madeira. Cresceu a fazer as ponchas tradicionais da região com aguardente de cana, e depressa se descobriu que o segredo do negócio estava na adaptação do sabor antigo para um agradável paladar das novas gerações. Substituiu-se a aguardente pela vodka, e adicionaram-se ainda os sabores do maracujá, da laranja e do limão. Depressa o bar Number2 deixou de ser só uma referência turística, para passar a ser um local de culto dos noctívagos de toda a região.

A História da Poncha

A Poncha é uma bebida originária da Índia, trazida pelos ingleses, e adaptada pelos Madeirenses. Panche, nome atribuído pelos indianos à bebida, era inicialmente constituída por cinco ingredientes: a aguardente de arroz ou de noz de coco, o açúcar, chá de ervas doces, água e especiarias.

Na Madeira esta bebida foi adaptada, passando a utilizar-se a aguardente de cana, sumo de limão, e cascas de limão maduro. A Poncha tornou-se muito popular devido ao facto de esta ser considerada um bom remédio para curar as mazelas da garganta... mas não só...

Aconselho vivamente quem não experimentou uma Poncha, a fazê-lo, porque nem imaginam o que andam a perder...