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Muitas vezes o sentimento de solidão é o preço que se paga pela necessidade de liberdade. Na procura de se ser livre, de se fazer o que se quiser sem ter que dar satisfações a ninguém, e no facto de se tentar ser auto-suficiente, todos nós em alguma fase da nossa vida temos a tendência para nos isolarmos, para nos virarmos para o nosso próprio interior, até nos acabarmos por assustar com a nossa própria solidão.

Mas estar só não significa forçosamente solidão, uma vez que nos podemos sentir sós quando estamos a dois, ou até quando estamos no meio de uma multidão. O sentimento de solidão a maioria das vezes vem de dentro de cada um de nós. Só por se estar acompanhado, não significa que isso seja a solução para um problema de solidão.

Há muita gente que procura incessantemente estar acompanhada, só para fugirem de si mesmas, e para não pensarem nas suas próprias vidas. Muitas vezes a companhia funciona como uma fuga para a frente, para fugirmos de nós mesmos, porque na realidade ao não estarmos bem connosco acabamos por nos sentirmos sós independentemente de estarmos ou não acompanhados.




É lindo... É sublime...
O amor tudo cria, tudo transforma...
O amor realmente pode tudo...
Cria forças onde existem fraquezas...
E cria segurança mesmo na ausência...

Quem nunca se emocionou ao ser surpreendido com um bolo de aniversário? Quem nunca reparou no brilho especial dos olhos de um aniversariante diante do seu bolo? E quem não teve o seu coração partido ao ter que cortar um pedaço de um bolo tão bem decorado assim?

Várias são as emoções que envolvem os momentos especiais, e em todas elas o bolo tem um papel muito importante, principalmente quando todos se reúnem para festejar. O bolo tem o poder de representar o aniversariante... ou qualquer que seja o motivo a ser comemorado...

Deliciem-se!!!


Mais uma vez quero deixar aqui o meu reconhecimento público à Visible Silence, porque foi ela através [deste post] que me fez partilhar com todos vocês este pedacinho do meu eu.

Muitas vezes não somos aquilo que escrevemos, nem escrevemos aquilo que somos. Somos um turbilhão de desejos, e de emoções... no fundo somos um pouco de tudo... Um pouco de Sol, um pouco de Terra, um pouco de Vento...

E somos também Solidão, Medo, Angústia, Euforia, Prazer, Alegria, Compaixão... E porque não, também um pouco de Cheiro, de Olhar, de Lágrimas, de Sorriso, e de Vergonha... Sim... de Vergonha de sermos aquilo que somos... Vergonha de sermos felizes... cada um à sua maneira.

Temos sempre que decidir entre ficar ou partir, mas na verdade esta indecisão normalmente não nos leva a nada... quando muito leva-nos ao nada em que já estamos. Por isso, questionamo-nos... Se ficar o que faço? ou então... Se partir para onde irei? Mas será que partir não é fugir? E fugir não será trair? Por fim questionamo-nos... e os outros... sempre os outros... o que diriam?

Independentemente de todas estas questões, em alguma altura das nossas vidas, todos nós temos necessidade de fugir, daquilo que nos é mais próximo, sem que isso signifique que perdemos o interesse, ou que deixamos de dar importâncias às coisas, e às pessoas que nos rodeiam.

É no fundo como suster a respiração para ver quanto tempo se aguenta... E partimos... partimos numa viagem sem destino... sem bagagem até lá chegar. Sem sabermos onde, e o que significa esse "lá". Vamos apenas, partimos, fugimos.

A vida é feita de esperas, e só avança quando cada espera termina. O problema é que quando uma espera acaba, há outra que começa. A vida é feita de esperas sucessivas.

Há esperas mais esperadas, e outras menos esperadas. Estas, as menos esperadas são as esperas incertas, são sem dúvida as piores em termos de intensidade emocional devido à sua incerteza. Por isso, esperar pode ser algo de angustiante, porque se pode ficar uma vida inteira à espera, daí alguém ter dito que quem espera desespera, em oposição a quem espera sempre alcança.

Quando não sabemos se a espera valerá a pena, o melhor é seguirmos em frente, sem nada esperar, porque assim pode ser que a espera se torne menor, ou que se encurte a espera. Podemos até aumentar a distância, caminhando para o lado oposto...

O problema é que quem ama espera... quem deseja espera... porque quem quer, ama, sonha, e deseja... tem paciência... espera... mas não vale a pena esperar muito... Não vale a pena esperar demasiado...

A música é muito mais do que um simples passatempo. Quando ouvimos, e gostamos de uma música, isso tem sempre uma explicação.

Pode ser porque nos faz lembrar alguém, algum momento especial, alguma situação, ou um determinado ambiente...

Pode ser por nos acalmar... por nos fazer dormir... por ter nela contida uma mensagem que nos diga algo... ou simplesmente por nos divertir, nos dar ritmo, ou nos fazer dançar... A música une as pessoas...

Tema: "Por Uma Noite" - Klepht

Lembro-me de ter andado a dar umas voltas com um gajo que tinha namorada, sem que nunca me tenha sentido apaixonada por ele... o que poderia ter acontecido, mesmo sabendo que dificilmente ele iria deixar a rapariga. O gajo lá me caiu nos braços (ou eu nos dele), e o sexo nem valeu lá grande coisa... mas ainda assim repetimos várias vezes a experiência.

Passados uns tempos sempre que nos cruzávamos ele ficava todo intrigado, porque não percebia porque é que eu não andava atrás dele apesar de estar sozinha, e de ele dar um belo poster de quarto para qualquer adolescente.

A verdade é que já me tinha apercebido que ele tinha contado a todas as amigas as nossas quecazitas meia leca, e eu passei a ser vista como a gaja que foi para a cama com o amigo que tem namorada.

Um dia cruzei-me com ele, e ele estava acompanhado com outro gajo com quem até simpatizo. Quando os cumprimentei, ouvi-o dizer para o outro: "Ela tem uma casa gira". Aqui está a sua forma subtil de dizer que me tinha "comido"... ou será que o outro ficou a pensar que ele me poderia ter ido arranjar a canalização?

Nunca desejei ser homem, mas como todas as mulheres já me revoltei contra o período, os pêlos, e a ditadura do peso.
Há quem me diga que pareço um homem por falar abertamente sobre sexo, e por ir para a cama com quem me apetece. Mas na verdade tenho que vos dizer que não vejo nenhum tipo de problema nisso.
Aliás até sou da opinião de que os homens não falam tão abertamente assim, porque quando estão numa "tasca" qualquer a dizer que "comeram" esta ou aquela, além disso não significar falarem abertamente sobre sexo, também não é bonito, nem lhes fica bem.

Todos nós em alguma altura, ou circunstância da nossa vida somos postos à prova, e obrigados a ultrapassar os nossos limites. Normalmente fazemo-lo de um momento para o outro, mas na verdade não o deveríamos fazer assim. Deveria ser um processo que precisasse de algum tempo, e de muita paciência até o atingirmos.

Nós deveríamos aprender em como ir para além dos nossos limites, mas muitas vezes não conseguimos avaliar bem até onde podemos ir em situações de stress, porque normalmente é nessas situações que ultrapassamos os nossos limites com toda a facilidade e naturalidade, como se isso significasse um sinal de força, ou determinação. Mas será que é assim? Será que estamos preparados para ultrapassar os nossos limites com frequência?

Quando ultrapassamos os nossos limites, estamos também a ir aos limites dos nossos recursos emocionais, como o discernimento, a ponderação, a confiança, a determinação. Isto para já não falar nos aspectos físicos, na saúde, na alimentação, e no descanso, que normalmente são atirados para segundo plano. Ultrapassar os limites não pode, nem deve ser uma prática comum, tem que ser apenas uma mera circunstância.