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Vem, diz-me que me queres de qualquer maneira. Não me deixes arrepender, de tudo que já fizemos. Vem, grita bem alto, disfarça, finge, mente se for preciso, mas diz-me que o teu corpo também deseja o meu!

Vem, cega-me, venda os meus olhos, para que eu não perceba a verdade, de que me queres só por alguns momentos. Vem, não me faças promessas, nunca me fales de amor, nem tão pouco de paixão, deixa-me assim a sonhar...

Não me digas que nunca serei tua, diz-me apenas que me queres, por um momento, para o teu corpo se perder junto ao meu. Vem, repete tudo e muito mais, para que eu possa guardar esses momentos, como a sublimação de um amor, nobre e vagabundo.

Vem, assim com o teu jeito de menino. Vem meu sedutor. Vem não me deixes sozinha. Vem apagar as chamas, que teimam em me consumir.
Vem... Vem... Vem...


Noite, ansiedade, desejos, solidão...
Espero-te...
Tu tão longe... uma vã espera...
O luar desenha formas nas paredes...
Ouço uma música suave, de amor...
Solidão, de repente sinto uma brisa...
E um perfume, o teu perfume...
O vento cúmplice, trouxe o teu cheiro...
E tu tão longe...
Fecho os olhos... Sonho... e no sonho...
Trago-te aqui juntinho...
E as lembranças, da nossa última noite...
Quando nos amamos com loucura...
Olhos fechados...
Sonho...
E no sonho revivo os momentos...
Nossos momentos...
Que vivemos com toda a intensidade...
Beijos, carícias, cumplicidades...
Mãos percorrendo os corpos...
Lábios colados murmuram frases românticas...
Abraços...
Gestos ousados... muito ousados...
Afagos...
Beijos nos locais mais desejados...
Sussurros...
Gemidos...
Dois corpos, agora nus, tocam-se...
Corpos quentes, rolam pelo chão...
Êxtase...
Só de me lembrar... arrepio-me...
Pelas lembranças... quero-te agora...
O vento está forte... a música...
Sinto-te...
Grito o teu nome...
Êxtase...
De repente... o silêncio...
Acabou a música... parou o vento...
Somente o luar, cúmplice...
Nesta noite de solidão...


Como viver, depois de te ter sentido?
Sei que vou sofrer...
Sei que me vou magoar...
Mas o que fazer agora?
Tu és puro veneno...
Entranhaste-te em mim!
Não me deixes só.
Sono, vem e fecha os meus olhos, dormir sem sonhar é o meu desejo, fecho os olhos, vejo-te e sinto-te, mais presente do que nunca!
Sinto os teus olhos, o teu rosto, as tuas mãos, a tua boca quente a abrir a minha, que simplesmente se entrega ao teu desejo!
Na ânsia de te receber, abro-me.
O teu corpo no meu vai entrando, misturando num repente intenso, os sinais de alegria e de gozo.
Que fazer agora?
Olha, como estou a chorar!
Estou aqui à tua espera, com o coração a gritar, amo-te, desejo-te.
Sinto-te nos meus sonhos, sinto-te na minha lembrança!
Nunca mais nos veremos, eu sei!
Não importa...
O sol, o ar, e até a lua...
Fazem-me sentir o teu cheiro.
Tu...
Bem presente na tua ausência.
Que fazer agora?
Não te tenho, mas sinto-te, o teu calor, o teu ardor, a tua timidez, sinto tão forte a tua presença ausente...
Os teus dedos no meu corpo, sinto-os todos, a tua língua leva-me a um mundo de êxtase, juntos sentimos o gozo chegar, num misto de amor e paixão.
Se vejo o sol eu vejo a tua imagem...
Também de ti faz-me lembrar a lua...
E vou vivendo de recordações!

Não importa o tempo
O caos dos nossos momentos furtivos
A distância quase eterna
Os empecilhos do "dia a dia"
A ausência que magoa
A falta da palavra dita
A falta do toque tão nosso
Nada importa
Tudo nos consola
Porque o único semtimento que temos
Chama-se amor!

Gosto de criar as nossas tardes de amor. São simples, discretas, quase secretas. Não têm seda, champanhe ou pérolas.

No entanto, um incenso bem escolhido... uma vela perfumada acesa... olhando-nos fazer amor completam este nosso intimo universo chamado tu e eu.

Uma música suave - de preferência que seja muito nossa - completa o clima. Uma luz difusa, um clima ameno, e lá estamos nós prontos para o amor.

Toques subtis... precisos... mãos que percorrem espaços... beijos carinhosos... palavrinhas desavergonhadas, obscenas nos ouvidos... respiração ofegante... um calorzinho pelo corpo... gotinhas de suor... cheiro da nossa pele e perfumes preferidos, num gostoso ir e vir de quadris, coxas e corpos.

E de repente... a explosão... a deliciosa explosão do êxtase. Gemidos... sussurros... quase gritos... corpos dolentes... mais beijinhos de carinho... suspiros... mãos que procuram outras mãos... Um abraço carinhoso e... o doce e gostoso sono dos amantes fechando um acto de amor.

Gosto quando tu chegas, assim, devagar... Envolves-me, tiras-me do sério. Abraças-me, beijas-me, ganhas-me, desmontas-me... Encharcas-me as entranhas...

Depois, sôfrego... Arrebatas-me, apertas-me, seguras os meus seios, mordes-me. Estremeces-me, despes-me.

Puxas-me... Voraz, encaixas-te entre as minhas coxas, invades o meu corpo como se fosses o seu dono. E, num entra e sai lento e profundo, corrompes-me os sentidos... Fazes-me gemer, chorar, implorar, como desvairada, num ápice de prazer...

E quando, já quase enlouquecida, tu, explodes comigo numa comunhão de vidas, num grito de amor... Depois, cansados, suados, incontidos em nós mesmos, na plenitude do acto, tu, guardas-me no teu abraço, e adormeço...

(foto-1)(foto-2)(foto-3)

Ah... o tempo que não passa...
Pára...
Esta vontade que não termina...
Cresce...
Tu, aí...
Eu, aqui...
Só...
Sedenta...
Molhada...
Presente...

Ah... o tempo que não passa...
Que falta!!!
Volta...!
A saudade entristece-me...
A vontade enlouquece-me...

Vê: tenho febre...
Sinto frio...
Por favor, aquece-me!!!



Vou ausentar-me, para tu sentires a minha falta...
Mas não a vou prolongar demais, para que tu não sintas, que podes viver sem mim...




(foto-1)(foto-2)(foto-3)

Depois de algum tempo aprendemos a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendemos que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. E começamos a aprender que beijos não são contratos, e presentes não são promessas. E começamos a aceitar as derrotas com a cabeça erguida, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprendemos a construir todas as nossas estradas porque o terreno de amanhã é incerto demais para planos. Depois de um tempo aprendemos que o sol queima se ficarmos expostos por muito tempo. E aprendemos que não importa o quanto nos importámos, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceitamos que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-nos de vez em quando e nós precisamos perdoá-la por isso.

Aprendemos que falar pode aliviar dores emocionais. Descobrimos que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que podemos fazer coisas num instante das quais nos arrependeremos para o resto da vida. Aprendemos que as verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que nós temos na vida mas quem nós temos na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Descobrimos que as pessoas com quem mais nos importámos na vida são tiradas de nós muito depressa por isso devemos sempre deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas.

Aprendemos que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começamos a aprender que não nos devemos comparar com os outros mas com o melhor que se pode ser. Descobrimos que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer e que o tempo é curto. Aprendemos que não importa onde já se chegou mas para onde se está a ir, mas se não soubermos para onde se está a ir qualquer lugar serve. Aprendemos que ou controlámos os nossos impulsos ou eles nos controlarão, e que sermos flexíveis não significa sermos fracos ou não termos personalidade pois não importa quão delicada é a situação, sempre existem dois lados.

Aprendemos que ter paciência requer muita prática. Descobrimos que algumas vezes as pessoas que nós esperamos que nos chutem quando estamos a cair são das poucas que nos ajudam a levantar. Aprendemos que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e com o que se aprendeu com elas do que com quantos aniversários nós já celebramos. Aprendemos que há muito mais dos nossos pais em nós do que imaginaríamos. Aprendemos que quando estamos com raiva temos o direito de estar com raiva mas isto não nos dá o direito de sermos cruéis. Descobrimos que só porque alguém não nos ama da maneira que nós queríamos não significa que esse alguém não nos ame com tudo que pode pois existem pessoas que nos amam mas simplesmente não sabem como o demonstrar.

Aprendemos que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes temos que nos perdoar a nós mesmos. Aprendemos que com a severidade com que nos julgam seremos em algum momento condenados. Aprendemos que não importa em quantos pedaços o nosso coração foi partido, porque o mundo não pára para nós o consertarmos. Aprendemos que o tempo não é algo que possamos voltar para trás portanto plantemos o nosso jardim e decoremos a nossa alma ao invés de esperarmos que alguém nos traga flores. Aprendemos que realmente podemos suportar, que realmente somos fortes e que podemos ir muito mais longe depois de pensar que não podemos mais. E que realmente a vida tem valor e que nós temos valor diante da vida!




As pessoas entram por acaso na minha vida...
Mas não é por acaso que elas permanecem...