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Eu sei que os "ses" não nos ajudam a andar para a frente, porque são bem capazes de nos prender os movimentos se não os soubermos usar como motores para nos fazer seguir em frente na vida.
Os "ses" fazem parte da vida, porque se não fossem eles, se não nos interrogássemos, se calhar seria porque não existíamos. Os "ses" comandam uma boa parte da nossa vida, porque os sonhos dependem dos "ses" da vida.
Parece que é mesmo assim... cada um de nós tem uma "pasta" cheia de "ses"... faz parte... assim como faz parte cada um de nós ser um "se" na vida de alguém.

Gosto de simplesmente gostar, porque gostar tem que ser sempre livre, simples... e quem sabe definitivo. Deparamo-nos com alguém, gostamos e pronto... não é preciso porquês, previsões, instruções, ou explicações. É verdade que nem sempre se pode ter quem se gosta, mas isso não tem tanta importância assim, porque o gostar não inclui posse. É um gostar sem desejar... será isso possível?

Gostar não pode ser visto como um acto, uma decisão, e muito menos uma imposição. Não é importante se é conveniente ou sensato gostarmos, porque só o facto de experimentarmos essa sensação, é por si só uma felicidade.

Gostar é simples, o que às vezes complica o gostar, é não gostar de gostar, travar essa sensação livre e espontânea, não deixar o gostar seguir o seu próprio caminho, até criar a sua história, cumprir o seu tempo, e dar lugar a novos gostos.

Desejo que o teu desejo seja igual ao meu desejo... que seja o desejo de desejar desejosa de muitos desejos. E assim de desejo em desejo, aquilo que eu desejo é estar contigo num carrossel, com os nossos desejos e o nosso mundo a girar. Eu tonto de desejo a pedir-te para continuar, falando-te de amor e paixão, deixando o prazer e a emoção nos levar...