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A vida deste blogue, enquanto estou a escrever um texto, não é mais importante do que quando está a ser lido por vocês. Vocês são quase sempre os autores dele. São vocês que dão significado às palavras, e por isso até acho muito interessante quando me vêem apontar coisas que não eram minha intenção, mas que de facto estão aqui. E há muitas outras coisas que foram minha intenção e que nunca ninguém referiu, e no entanto também estão cá. Se calhar alguém reparou nelas ou ainda vai reparar. Tudo o que lêem aqui é legítimo porque vocês são tudo, são vocês que me fazem blogar.




Ainda me lembro da primeira vez que ouvi falar em blogues, e a minha primeira sensação foi de achar ridículo. Pensei que era estúpido achar inteligente escrever devaneios loucos, e pensar que outras pessoas iriam ler, comentar, e tirar conclusões...!!!

O tempo foi passando, e de alguma forma fui-me aproximando dos blogues. No início em segredo, depois querendo que fossem sabendo da minha existência, e o meu interesse foi aumentando à medida que ia crescendo o número de letrinhas que ia alinhando... e assim foram nascendo todos os meus blogues um após o outro.

Ao longo de todos estes anos tenho sorrido, brincado, por vezes sinto-me triste com o que leio nas visitas que vou fazendo a blogues amigos... muitas vezes a horas proibitivas da noite, e vou deixando que me imaginem outro, que me sonhem, que não vejam a totalidade do que sinto. É tão fácil existir assim... eu sou tudo o que vocês quiserem, tudo o que conseguirem interpretar daquilo que vou escrevendo pela blogosfera.

Na generalidade somos todos iguais. Buscamos as mesmas coisas. É incrível como tantas vezes nos camuflamos debaixo duma capa que não deixa que ninguém nos veja realmente. Procuramos as estrelas, mas não vemos o céu. Queremos conhecer o universo, quando nem nos conhecemos a nós próprios. As coisas não fazem sentido, e então tentamos escrever o que nos vai na alma, mas apesar disso, não saímos da roda das coisas fúteis em que estamos metidos.

Mas afinal porque se escreve? Ninguém sabe...
E para quem se escreve? Quase nunca se diz...
Então porque escrevemos?
Se corremos sempre o risco de publicar textos que causam o efeito "ramo de noiva"... viramo-nos de costas e atiramos com os olhos fechados, e depois há sempre uns quantos a saltar com as mão no ar a pensar que o fizemos especificamente para eles...

Escreve-se porque se acha que ninguém nos ouve... porque a loucura anda por perto... e escrever é uma forma de a distrair.
Escreve-se porque sim... e porque também...
Escreve-se quando não se pode fazer mais nada...
Escreve-se porque nos salva do cansaço e do desencanto, que a vida nos empresta através da solidão e do silêncio.

Escreve-se porque as palavras mandam mais do que nós.
Escreve-se porque o tempo que passamos a lutar pelas palavras, é o tempo em que estamos com os nossos pensamentos.
Escreve-se para se vencer o medo, para tocar no coração daqueles que gostamos, para esquecer aqueles que não nos sabem amar, e para que o mundo não nos passe ao lado.

Pelos meus blogues tenho escrito sentimentos bons e maus, antigos e recentes, parvos e inteligentes, inspirados e cansados. Sempre tenho falando de tudo o que me vai passando pela cabeça, como mais me apetece, sem pensar o que poderei vir a sentir ao relê-los.

Nunca me levo demasiado a sério. Continuo a sentir-me um miúdo. É verdade que estou mais sensato, mais ponderado, mais maduro. Mas como costumo ouvir dizer, as pessoas a partir de uma certa idade escolhem a idade que querem ter, e eu escolhi ficar entre a adolescência e a maioridade.

Através das palavras tenho percebido que não há nada melhor do que dar e partilhar. Sempre acreditei que tudo o que é dado perde-se... e que tudo o que é partilhado não mais se esquece. Por isso os meus blogues são de todos vocês que me têm acompanhado ao longo de todos estes anos, porque na verdade estou muito grato a todos que fazem o favor de me ler, porque o que escrevo é escrito com pedaços da minha pele...

Agora caso queiram, terei o maior prazer de vos ver entrar nas portas que dão acesso ao meu mundo:


Se eu blogo logo existo...

A arte de blogar, é o segredo de dialogar.
Escreve-se aqui, lê-se acolá...
É um sentimento escrito, uma emoção arquivada, à espera apenas de ser descodificada, desmistificada, e não recriminada...
Protegida pelo monitor, e pela internet.
Por vezes é a leitura de uma realidade distante, ou de emoções apenas na terceira pessoa...
É singular... é linear...
Blogar é viver... e existir...
Sim! Existir!
Se eu blogo logo existo...
Se penso logo existo...
Se penso que penso...
Divago...
Se divago, logo existo...
Divago enquanto isso...
Divago enquanto posso...
...o quanto posso!!!




Atordoadas

Este é um Blog sobre TUDO, e sobre NADA. É um espaço onde dou ATOARDAS sobre tudo aquilo que me for apetecendo sem qualquer tipo de regra...




Pedaços de Nós...
(Só para membros)

Formas de pensar diferentes...
Às vezes radicalmente opostas, convivem neste espaço livre...
Aqui as direcções, os lados, as cores, são irrelevantes...
Aqui coexiste apenas a vontade de dizer sem amarras...
Dizer ou escrever, com a tinta da alma de cada um...









Red Diaries

Se o sexo for tabu... deixem-nos ser "The Sweetest Taboo" ...




ABOUT LAST NIGHT (Lembras-te Da Última Noite?)
(Monólogos a dois, entre Å®t Øf £övë e Dä®k Añgë£)
(descontinuado)


Este é o meu caderno de exercícios, as páginas onde faço as minhas contas, não é a realidade, embora lá possa exprimir a realidade que quiser, sou também livre de escrever coisas sem sentido, mentiras, ou de rasgar essas páginas.

O amor verdadeiro quando menos se espera acontece, padecemos, emagrecemos, ficamos mais calados, entristecemos, aborrecemo-nos, mas não conseguimos evitar, porque apesar de tudo...

A M A R enobrece...

Aprendemos a amar não quando encontramos a pessoa perfeita, mas quando conseguimos ver de maneira perfeita uma pessoa imperfeita!!!!

Este é um espaço onde tento exprimir por palavras sentimentos e pensamentos que foram sentidos por mim, ou transmitidos por grandes mulheres que foram passando pela minha vida...

Obrigado a todos