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Adoro o horário de Verão, porque este horário que entrou em vigor, remete-me sempre para coisas e sensações boas da vida.

Adoro ver que os dias ficam mais compridos, porque gosto de chegar a casa, e ainda sentir que o dia não terminou precisamente por ainda não ter anoitecido.

Para mim este horário de Verão remete-me para as férias, para o sossego, e para o lazer. Não sei porquê, mas este novo horário faz com que fique com o meu espírito bem mais leve, desde que me levanto até que me deito.

Talvez, talvez, talvez...

No meio de tantos "talvezes" em que todos nós vivemos, há pelo menos uma certeza... é que o mundo dá voltas-e-voltas, mas mesmo assim, ou apesar disso, talvez a solução dos nossos erros não esteja no mundo, nem nas suas voltas, mas em nós mesmos.

Talvez, tudo isto sejam apenas "talvezes", mas talvez tudo isto seja verdade. Talvez... os "talvezes" de hoje não tenham tanta importância amanhã...

Para ti o amor nunca foi um acto de funcionalidade, mas apenas um jogo de sintonia, e apesar de dizeres que tens o teu coração fechado para o mundo, eu gosto de ti... mesmo fria, mesmo doida, mesmo assim... Quando te conheci ou não eras assim... ou então foi o meu amor por ti que te transformou naquilo que eras aos meus olhos...


Fui conhecer um pouco do México, mais propriamente a Riviera Maya que se encontra situada na península de Yucatãn. Apanhei dias bons, mas também a habitual chuva tropical, que quando cai é forte, mas que as elevadas temperaturas fazem com que nunca se torne desagradável. Os Mexicanos são um povo simpático e incansável na tentativa de que tudo seja maravilhoso.

Foram dias fantásticos com muita praia, muita piscina, muito bronze, muito descanso, e muita cultura... Estive em belíssimas praias de areia fina e águas de um azul límpido. Óptimas piscinas onde nunca faltava animação nem bebida. Soube-me pela vida... água a 22ºc!!!



O México está cheio de locais de história milenar e cheia de cultura. Aprendi tanta coisa sobre os Mayas... a sua matemática e sistema numérico, a astronomia, os símbolos, a praça das mil colunas, os campos de jogos dos prisioneiros, o cenote sagrado, a pirâmide de KuKulkan, Chichen Itza, Coba, Tulum...
A minha curiosidade aumentou à medida que fui aprendendo tanto sobre um povo que vai perdendo as suas raízes, mas que efectivamente ainda existe...



A visita a Xcaret também foi "obrigatória", porque se trata de um parque temático onde se passa um dia de puro divertimento mesclado de cultura. Tem um rio subterrâneo, onde é possível termos a experiência única de deslizar por águas frescas e transparentes, e simultaneamente observar o seu fundo repleto de fauna marinha e vida selvagem, com muitos peixinhos coloridos e tartarugas gigantes, o que me tornou num verdadeiro fã de mergulho.

Por fim, e já cansado, mesmo assim valeu a pena assistir a um espectáculo nocturno de duas horas de cultura Maya e Mexicana verdadeiramente excelente, cheio de música, sons, e ritmos.

Também não faltaram as compras e as visitas nocturnas a Cancun, onde tive a oportunidade e a felicidade de ter estado naquela que considero a melhor discoteca em que já entrei até hoje, e olhem que não foram tão poucas assim, onde o conceito de animação nocturna é excelente, e para o qual ainda não conheço semelhança.


Ficaram a faltar fazer algumas coisas, mas o tempo e os dólares não esticam. Ficam para a próxima... sim porque vai haver próxima, porque este é um dos locais onde vale mesmo a pena voltar... With or without you...

fotografias: Å®t Øf £övë
música: With or Without You

O vazio para mim não existe, porque a falta que alguém nos faz preenche esse vazio. Talvez seja por isso que a falta se assemelhe tanto ao vazio. Se nós sentimos qualquer coisa que seja, isso por si só, significa a ausência de vazio.

Agora, também é verdade que a falta significa dor... a falta de alguém, a falta de qualquer coisa... a falta disto, ou daquilo... Ao reflectir assim, chego à conclusão que a falta é o vazio, e a ausência é dor... e eu recebo pedaços de falta todos os dias...

É bom quando estamos com alguém com quem conseguimos partilhar um espaço e um tempo em profundo silêncio, e em que as palavras são desnecessárias. Isso significa que não há um espaço igual ao nosso... não há um tempo igual ao nosso... nem uma vida igual à nossa. Há o nosso espaço... o nosso tempo... e a nossa vida...

É bom partilhar, e mais tarde recordar, todos esses momentos... e todas essas vivências... mesmo que se saiba que do passado o que nos fica são recordações de momentos mais do que palavras. O que nos fica são fragmentos de vida que dificilmente conseguimos juntar para formarmos novamente um todo.

A Mel teve a grande atitude de me oferecer este selo. E as regras deste selo dizem que o devo distribuir a dez blogues que demonstrem uma grande atitude, e por quem eu tenha gratidão. Como eu penso que todos os blogues que visito têm uma grande atitude, e todos aqueles que me visitam têm a minha gratidão, não irei especificar ninguém para não cair no erro de ser injusto para ninguém.

Esta foi a forma de resolver este "problema" que a Mel me criou. E como penso que qualquer problema deixa de ser problema dependendo da atitude que temos em relação a ele, esta foi a forma que eu encontrei de o encarar e resolver, porque como já dizia Antoine de Saint-Exupéry: "O significado das coisas não está nas coisas em si, mas sim na nossa atitude com relação a elas".

Por isso quem quiser sinta-se perfeitamente à vontade para lhe dar seguimento. E para quem o fizer deixo aqui as regras deste selo:

- Colocar o selo no teu blogue ou post
- Escolheres no mínimo dez blogues que demonstrem grande atitude ou pelos quais sintas gratidão
- Certificares-te de que publicaste os links dos teus nomeados no teu post
- Informares quem recebeu este prémio, através de um comentário nos respectivos blogues
- Partilhares o carinho, publicando os links deste post e da pessoa que ofereceu o prémio

Diz-me porque é que me queres dar a chave do teu quarto, se não queres que eu entre e te ame, mas apenas queres que eu te tenha mais uma vez... e por um momento?

Ligas-me toda romântica a dizer que estás triste por partires amanhã de manhã bem cedo!!! Dizes-me que às vezes sentes a minha falta quando estás nos teus momentos de solidão!!! Perguntas-me se eu não me sinto só também!!!

Respondo-te com toda a delicadeza... Não podemos continuar tão apegados, por isso vamos procurar viver vidas separadas. Consegui resistir, e deixar-te partir... Perdi o amor que sentia por ti, o mesmo amor que tu nunca demonstras-te teres sentido por mim.

Não há forma de nos reconciliarmos. Assim tu podes reconstruir aquela parede que te faz sentir sempre mais forte e distante. Tu não tens o direito de me perguntar como é que eu me sinto. Talvez um dia eu te possa encontrar, e olhar-te nos olhos, mas por agora vamos continuar a viver vidas separadas.
É tão fácil o amor levar à solidão...

Na nossa vida podemos ter muitos "quases", e ainda mais "talvezes", mas na realidade esses "quases", e esses "talvezes" só se podem transformar em certezas se nós quisermos e deixarmos, porque somos os únicos responsáveis pelo rumo que damos à nossa vida.

Tudo, rigorosamente tudo, depende única e exclusivamente da nossa atitude, da nossa maneira de sentir, e da nossa maneira de pensar.

A realidade é esta, a nossa caminhada rumo ao nosso destino depende de nós, não há factor sorte, ou factor azar, muito menos acasos, muito embora nós nos tentemos muitas vezes mentalizar do contrário, talvez porque nos seja mais fácil justificar as coisas assim.

Temos que saber o que queremos da vida, saber ter objectivos, para traçarmos um rumo para a nossa vida. Para isso é importante retirarmos lições do passado, sem que isso signifique vivermos prisioneiros dele. Temos que ter a capacidade de viver o momento presente... o aqui e agora, apreciando o que temos, e o que a vida tem de bom. Temos que ter a capacidade de fazer do viver uma arte... a arte de ser feliz...