A Ausência... o Tempo... e a Ingratidão...
13 Divagaram com - Å®t Øf £övë - segunda-feira, maio 25, 2009Tenho a certeza que há remédios para o amor. Tenho é dúvidas se não haverá amores sem remédio... Eu conheço pelo menos três remédios para o amor, sendo o mais eficaz deles todos a ausência, mas o tempo, e a ingratidão também podem ajudar a melhorar da "doença".
A ausência, e o tempo curam tudo, fazem esquecer tudo, gastam tudo, digerem tudo, acabam com a novidade, mostram-nos os defeitos, e por isso tudo fazem acabar, porque "tudo que é bom dura pouco".
Depois subitamente aquilo que era cegueira transforma-se em dor, e o que era amor, transforma-se em lágrimas, e em arrependimento. São estes os poderes que a ausência, o tempo, e a ingratidão têm sobre o amor, porque nós somos fracos, inconstantes, seguimos menos a razão do que o coração... somos imperfeitos.
A ausência, e o tempo curam tudo, fazem esquecer tudo, gastam tudo, digerem tudo, acabam com a novidade, mostram-nos os defeitos, e por isso tudo fazem acabar, porque "tudo que é bom dura pouco".
Depois subitamente aquilo que era cegueira transforma-se em dor, e o que era amor, transforma-se em lágrimas, e em arrependimento. São estes os poderes que a ausência, o tempo, e a ingratidão têm sobre o amor, porque nós somos fracos, inconstantes, seguimos menos a razão do que o coração... somos imperfeitos.
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
“O meu amor é tão forte, que o devias sentir. Tinhas a obrigação…”
“Quem te disse que não sinto?”
“Pois, mas se sentes e nada fazes…”
“Tenho medo!”
“Medo?!? Medo do quê???”
“Medo.”
“É normal, mas a vida é mesmo assim, e é preciso vivê-la, não?!?...”
“Pois. Mas não sei que fazer.”
“Achas que estás melhor assim, que estamos melhores assim?”
“Não sei. Já não sei muito…”
“Quem te disse que não sinto?”
“Pois, mas se sentes e nada fazes…”
“Tenho medo!”
“Medo?!? Medo do quê???”
“Medo.”
“É normal, mas a vida é mesmo assim, e é preciso vivê-la, não?!?...”
“Pois. Mas não sei que fazer.”
“Achas que estás melhor assim, que estamos melhores assim?”
“Não sei. Já não sei muito…”
Divagando sobre: Pedaços de mim, Pedaços de Nós
Conhecemos o ABC dos tempos mas muito pouco do Z, e talvez por isso estamos sempre em constante mutação. Começamos, construímos, falhamos, recomeçamos, e lutamos... são fases da vida, porque a vida é feita de ciclos...Faz parte da construção do ser humano... e isso é bom... ganhamos experiência e maturidade.
Tudo tem um princípio e um fim. Tudo começa e acaba. Após um objectivo alcançado procuramos outro, porque o ser humano está sempre em constante evolução, e é um eterno insatisfeito. Lutamos sempre por um início, sabendo que tudo tem um fim, só não sabemos é quando, porque não conhecemos o Z...
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Mostrarmo-nos aos outros como somos, sem jogos, e despindo todas as máscaras, implica sempre a verdade, que muitas vezes é um destruir de todas as nossas barreiras e protecções que construímos para nos proteger.
Isso seria abandonar definitivamente a cara vazia que nos habituamos a mostrar em sociedade, e para isso é necessária muita coragem, porque nos sujeitamos a uma exposição sem limites, e a nossa sociedade educou-nos para todos sermos actores em algumas situações da nossa vida. Crescemos a mostrarmo-nos como pensamos que os outros querem que nós sejamos... quem de nós ainda não viveu uma situação assim? Mas aquilo que eu questiono muitas vezes nem é tanto se os outros nos conhecem, mas mais se nós nos conhecemos a nós mesmos...
Penso que nunca nos conhecemos, nem deixamos que os outros verdadeiramente nos conheçam. Estamos sempre a usar máscaras umas sobre as outras, e às vezes deixamos cair algumas delas, ou porque nos encontramos mais fragilizados, ou porque as situações nos levam a isso.
Por isso é muito difícil conhecer profundamente alguém, porque à medida que vamos conhecendo melhor uma pessoa, acabamos sempre por ser surpreendidos por algo que desconhecíamos... por algo que nos escapara até aí. Umas vezes surpreendemo-nos pela positiva, e outras pela negativa, e assim estamos continuamente à descoberta. A descoberta é sempre fascinante, embora muitas vezes se corra o risco de ao tentar interpretar aquilo que descobrimos, acabarmos por o percepcionar de forma diferente, e os outros em relação a nós também caem nesse erro muitas vezes.
Eu diria que é muito difícil tornarmo-nos completamente transparentes, e quanto mais adultos nos tornamos, mais máscaras usamos, por isso tenho saudades da minha idade de inocência, em que podia ser genuíno, sem que me avaliassem, ou catalogassem. Só nessa fase da vida é que podemos ser nós próprios em todas as situações, só enquanto somos crianças é que os outros nos mostram a sua verdadeira essência, e por isso só por essa altura é que nós podemos ter a certeza de quem temos à nossa frente.
Depois... à medida que vamos crescendo... a vida vai-nos dando motivos, e mais motivos, que nos vão obrigando a camuflar... a usar cada vez mais máscaras, e cada vez mais sofisticadas.
Isso seria abandonar definitivamente a cara vazia que nos habituamos a mostrar em sociedade, e para isso é necessária muita coragem, porque nos sujeitamos a uma exposição sem limites, e a nossa sociedade educou-nos para todos sermos actores em algumas situações da nossa vida. Crescemos a mostrarmo-nos como pensamos que os outros querem que nós sejamos... quem de nós ainda não viveu uma situação assim? Mas aquilo que eu questiono muitas vezes nem é tanto se os outros nos conhecem, mas mais se nós nos conhecemos a nós mesmos...
Penso que nunca nos conhecemos, nem deixamos que os outros verdadeiramente nos conheçam. Estamos sempre a usar máscaras umas sobre as outras, e às vezes deixamos cair algumas delas, ou porque nos encontramos mais fragilizados, ou porque as situações nos levam a isso.
Por isso é muito difícil conhecer profundamente alguém, porque à medida que vamos conhecendo melhor uma pessoa, acabamos sempre por ser surpreendidos por algo que desconhecíamos... por algo que nos escapara até aí. Umas vezes surpreendemo-nos pela positiva, e outras pela negativa, e assim estamos continuamente à descoberta. A descoberta é sempre fascinante, embora muitas vezes se corra o risco de ao tentar interpretar aquilo que descobrimos, acabarmos por o percepcionar de forma diferente, e os outros em relação a nós também caem nesse erro muitas vezes.
Eu diria que é muito difícil tornarmo-nos completamente transparentes, e quanto mais adultos nos tornamos, mais máscaras usamos, por isso tenho saudades da minha idade de inocência, em que podia ser genuíno, sem que me avaliassem, ou catalogassem. Só nessa fase da vida é que podemos ser nós próprios em todas as situações, só enquanto somos crianças é que os outros nos mostram a sua verdadeira essência, e por isso só por essa altura é que nós podemos ter a certeza de quem temos à nossa frente.
Depois... à medida que vamos crescendo... a vida vai-nos dando motivos, e mais motivos, que nos vão obrigando a camuflar... a usar cada vez mais máscaras, e cada vez mais sofisticadas.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Dizem que não devemos voltar aos sítios onde fomos felizes. Eu acho que há lugares onde devemos voltar sempre... sempre... felizes, ou infelizes... com energia ou cansados... com sorrisos ou com lágrimas... sozinhos ou acompanhados...
Há lugares onde se deve voltar sempre. E mesmo quando se parte, devemos levá-los sempre connosco, porque ao contrário do que diz o ditado, eu acredito que o que é perfeito dura para sempre... nem que seja só e apenas na nossa memória.
Há lugares onde se deve voltar sempre. E mesmo quando se parte, devemos levá-los sempre connosco, porque ao contrário do que diz o ditado, eu acredito que o que é perfeito dura para sempre... nem que seja só e apenas na nossa memória.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Muitas vezes o sentimento de solidão é o preço que se paga pela necessidade de liberdade. Na procura de se ser livre, de se fazer o que se quiser sem ter que dar satisfações a ninguém, e no facto de se tentar ser auto-suficiente, todos nós em alguma fase da nossa vida temos a tendência para nos isolarmos, para nos virarmos para o nosso próprio interior, até nos acabarmos por assustar com a nossa própria solidão.
Mas estar só não significa forçosamente solidão, uma vez que nos podemos sentir sós quando estamos a dois, ou até quando estamos no meio de uma multidão. O sentimento de solidão a maioria das vezes vem de dentro de cada um de nós. Só por se estar acompanhado, não significa que isso seja a solução para um problema de solidão.
Há muita gente que procura incessantemente estar acompanhada, só para fugirem de si mesmas, e para não pensarem nas suas próprias vidas. Muitas vezes a companhia funciona como uma fuga para a frente, para fugirmos de nós mesmos, porque na realidade ao não estarmos bem connosco acabamos por nos sentirmos sós independentemente de estarmos ou não acompanhados.
Mas estar só não significa forçosamente solidão, uma vez que nos podemos sentir sós quando estamos a dois, ou até quando estamos no meio de uma multidão. O sentimento de solidão a maioria das vezes vem de dentro de cada um de nós. Só por se estar acompanhado, não significa que isso seja a solução para um problema de solidão.
Há muita gente que procura incessantemente estar acompanhada, só para fugirem de si mesmas, e para não pensarem nas suas próprias vidas. Muitas vezes a companhia funciona como uma fuga para a frente, para fugirmos de nós mesmos, porque na realidade ao não estarmos bem connosco acabamos por nos sentirmos sós independentemente de estarmos ou não acompanhados.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo

É lindo... É sublime...
O amor tudo cria, tudo transforma...
O amor realmente pode tudo...
Cria forças onde existem fraquezas...
E cria segurança mesmo na ausência...
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Quem nunca se emocionou ao ser surpreendido com um bolo de aniversário? Quem nunca reparou no brilho especial dos olhos de um aniversariante diante do seu bolo? E quem não teve o seu coração partido ao ter que cortar um pedaço de um bolo tão bem decorado assim?
Várias são as emoções que envolvem os momentos especiais, e em todas elas o bolo tem um papel muito importante, principalmente quando todos se reúnem para festejar. O bolo tem o poder de representar o aniversariante... ou qualquer que seja o motivo a ser comemorado...
Deliciem-se!!!
Várias são as emoções que envolvem os momentos especiais, e em todas elas o bolo tem um papel muito importante, principalmente quando todos se reúnem para festejar. O bolo tem o poder de representar o aniversariante... ou qualquer que seja o motivo a ser comemorado...
Deliciem-se!!!
Mais uma vez quero deixar aqui o meu reconhecimento público à Visible Silence, porque foi ela através [deste post] que me fez partilhar com todos vocês este pedacinho do meu eu.
Divagando sobre: efemérides, Pedaços de Nós
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