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Quanto mais longe mais perto me sinto de ti, como se os teus passos estivessem aqui ao pé de mim, e eu pudesse seguir-te, falar-te, e dizer-te o quanto te amo, e como te procuro, no meio de uma destas ruas em que te vejo, zangada de saudade, no céu claro... no dia quente...

Devolve-me a minha vida e o meu tempo. Diz qualquer coisa a este coração palerma que não sabe nada de nada, que julga que andas aqui por perto, e chama sem parar por ti.

5 Comments:

  1. Dä®k Añgë£ said...
    Art,
    Richard Bach perguntava no livro "Não há longe nem distância":
    Poderá a distância separar-nos realmente dos amigos? Se quiseres estar com alguém, não estarás já lá?
    Eu acredito que há longe e há distância mas que ela só nos torna a nós próprios distantes se deixarmos, porque os sentimentos ultrapassam o tempo, vogam muito além das horas, dos dias, da idade, das estações, porque estamos sempre lá.
    Tudo é possível para se estar perto: basta olhar o céu, sentir o fim da tarde, voar com os pássaros...
    Há, de facto, um lugar dentro do nosso coração que conhece todas estas verdades, e o facto de não ser reconhecida, não faz com que a verdade deixe de ser verdadeira.
    Beijo.
    Dulcineia said...
    Hummm
    Mas isso deve ser espectacular!
    Reconheço que gosto mais quando sou a pessoa que procuram.É muito bom sentirmos que alguém nos deseja...espera por nós...é cumplice dos nossos desejos.
    Beijocas
    ZAG said...
    is é tudo muito bonito... mas... mas a verdade é que a vida nos desgasta... e que desgaste...
    Nefertiti said...
    Sabes o que concluí depois de ler o teu “Pedaço”?
    Assim sendo, também eu tenho um “coração palerma”!
    Também ele ouve vozes, passos, sussurros, risos, choros, pedidos de ajuda e tudo isto no mais absoluto silêncio… e sabes? Confio nele!
    A verdade é que sempre confiei e continuo a confiar no meu coração…
    Pela intensidade com que vivi e vivo os meus sentimentos, emoções, e pela reciprocidade dos mesmos, concluo sem dúvida que o meu coração não me engana… a razão é que por vezes nos induz em erro e nos quer fazer crer que vivemos ilusões, que alguns comportamentos apelidados de não normais, aqueles rasgos que temos de libertação do nosso “eu” aprisionado são manifestações de loucura, palermice, insanidade, …, mas não o creio.
    Aprendi a escutar, com atenção, a voz do coração e sobretudo, a acreditar!
    Se ele se manifesta é porque algo ou alguém o “alimenta”… e o longe não será assim tão distante, nem o que se aparenta impossível seja tão irrealizável!
    Um beijo.
    Anónimo said...
    cinemologa disse...
    Olá Art!

    Acredita que quando souber alguma coisa telefono!
    Tá prometido... loooooooooooool

    Bjokas

    17 Outubro, 2006 19:12

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