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Quando estava contigo só pensava noutras coisas. Nomeadamente: fugir. Não podia estar ali a ouvir o que me estavas a dizer. Não sei discutir. Não acreditava na tua conversa. A tua única queixa era eu não estar lá quando tu querias.

"Faz tudo menos fugir" - dizias
E eu não podia... enquanto tu continuavas naquele pranto, e com aquela conversa... sem amor próprio.

Cada um tem a sua doença. A minha era não querer existir. Pensava que merecias melhor do que eu, que te ias fartar de mim, que me ias descobrir. E afinal, contrariamente a mim, a única coisa que eu tinha para descobrires, à parte do meu grande amor, era a minha queda por ti.

2 Comments:

  1. Dä®k Añgë£ said...
    O amor é cheio de armadilhas...
    Bjos.
    Nefertiti said...
    Art,
    A vida é uma constante de incertezas.
    Por vezes algumas certezas emergem.
    A maior certeza, a mais consciente que tenho neste momento, é que fugimos unicamente de nós próprios.
    Somos pequenas caixinhas, guardando tesouros, à espera de serem abertas e descobertas. Nós temos que ser os primeiros a abrir a caixinha, a nossa, sem receio do que possa lá estar guardado.
    Um beijo.

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