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Não se saber o que se quer, pode ser uma das muitas formas em que a infelicidade se pode manifestar. Por isso para evitar chegar a este tipo de infelicidade, é importante que eu consiga ter a capacidade de tomar decisões, e a verdade é que me encontro numa fase da minha vida em que preciso decidir certas coisas. Mas também não deixa de ser verdade que muitas vezes deixar simplesmente que as coisas aconteçam é por si só uma forma de decisão, mesmo que muitas vezes eu pense que não.

Na vida as possibilidades são infinitas, as opções muitas, as oportunidades algumas, e as certezas quase nenhumas... deve ser por isso que a maioria das vezes quanto mais tento uma solução, maiores são os problemas e os obstáculos que encontro nessa busca. Então, não faço nada, e arrasto-me em situações insatisfatórias, esperando pela magia, que nunca acontece...

13 Comments:

  1. Secreta said...
    Eu diria que a vida é feita de indecisões ... O que nos leva a andar meio perdidos...
    Enfim.
    Beijito.
    Mel said...
    Art, sei que os obstáculos existem, mas também acontece do universo conspirar a favor quando queremos algo. Tomara que a 2a. opção aconteça!
    Beijos
    miriamdomar said...
    Nós sabemos sempre aquilo que queremos! Só que, por vezes ,temos que pesar muito bem os prós e os contras !
    E quando somos obrigados a tomar decisões , é preferivel que a decisão seja por um "território" que conhecemos!
    Para que o feitiço não se vire contra o feiticeiro!:)
    Boa semana
    Bjs
    Multiolhares said...
    não é nada facil dosear essas situações, mas... por comodismo não devemos de deixar arrastar certas situações, nada pior do que caminharmos e deixarmos algo mal resolvido
    beijos
    Ignota said...
    Sem dúvida, que a "ausência de rumo" - posso chamá-la assim? - é uma forma de infelicidade muito comum. Lógica a conclusão de necessidade de decisões/escolhas.
    No entanto, "deixar simplesmente que as coisas aconteçam" será um modo de decisão em que devas pensar? Bem, desde que não seja num "arrasto-me em situações insatisfatórias", mas antes assumas uma posição de "há coisas que são inevitáveis, logo, nem tudo posso controlar... assim, faço a minha parte e, o que vier, será o que tem de ser", não me parece mau de todo!
    Quanto ao, quanto mais tentas uma solução, maiores são os obstáculos, é normal - cliché, talvez, mas é verdade! -, pois andar contra a corrente é bem mais complicado que te deixares ir nesta, e se lutas por soluções, corres contra a impassividade, com a força positiva da insatisfação.

    Corres comigo, também! - embora nem sempre o pareça, pelos meus textos metafóricos!
    MARTHA THORMAN VON MADERS said...
    A vida é assim, cheia de pequenos caminhos...temos que escolher sempre o caminho do bem, aí não tem erro.
    Adoro vir aqui seu blog é de arrazar.
    beijos, tenha belos dias .
    C Valente said...
    Á vezes resulta , guardar par amanhã, aquilo que não podemos resolver hoje, outras vezes não, e temos de pegar o dito pela frente
    Saudações amigas, e que encontre a melhor solução
    A Luz A Sombra said...
    "Arrasto-me em situações insatisfatórias"!
    Há decisões fáceis... decisões difíceis... depende do que nelas está envolvido.
    Pegaste neste tema!
    Eu, por mim, sinto sempre dificuldade, até porque as que tenho tomado são sempre "sem regresso".
    A Luz A Sombra
    Nogs said...
    Art,

    encontrarás o teu rumo. Não penses tanto nele, enfrenta-o e aceita-o;)

    BeijOOO

    PS: Tens um link de um conto do Monzó (em português) no meu Blog Estic que ni puc e outro com uma breve explicação acerca do Butoh;)
    Verdinha said...
    Vou ? não vou ? vou ? não vou ?
    Assim passam as oportunidades...

    "Nunca te arrependas daquilo que fizeste mas antes daquilo que não fizeste", li isto algures.

    As decisões são dificeis às vezes...
    Se eu não tivesse tomada a decisão de casar com o "meu português" e viver em Portugal, estaria provavelmente infeliz "dans ce plat pays qui est le mien" dizia Jacques Brel.

    Vai em frente, novo amigo bloguista !

    Beijinhos verdinhos
    aorta said...
    Meu querido amigo, eu sempre concordei que o tempo era o nosso melhor amigo e conselheiro. A maior parte das vezes, o tempo, só por si, ajuda-nos a resolver o problema. É dificil ter-se uma certeza sem que nos interroguemos se isso será a solução mais acertada e aí começam a aparecer outras interrogações e consequentes obstáculos. A política do deixa andar não é a minha política de vida, no entanto, deixar o tempo correr e ficar à espera que ele nos ajude, é por vezes uma opção muito sensata.

    Beijinhos.
    Vieira Calado said...
    Saber dosear as coisas, parece-me que é a melhor solução

    Um abraço
    Mi said...
    E será preferível ficar quieto à espera que a necessidade de escolha passe porque algo ou alguém escolheu por nós a escolher erradamente?

    Gosto deste espaço, para reflectir. Obrigada.

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