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Muitas vezes é ao lermos páginas alheias à nossa história, que acabamos por aprender pedaços de nós em palavras imaginadas. Nós pudemos controlar a nossa vontade, mas não pudemos controlar o que nunca aconteceu, mesmo que seja possível tentar prever, e tentar pôr através dos nossos dedos, e dos nossos lábios em palavras.

Muitas vezes deitamos a vida fora por um momento só... por um momento que nunca aconteceu. Lançamos tudo à eternidade. Costuma-se ouvir dizer - acabou - se acabou é porque começou, mas será verdade que só acaba aquilo que começou?
Eu penso que não...

A vida não começa, a vida nasce, cresce, amadurece e morre. A vida não acaba, ela morre. A vida não começa nem acaba. Um livro é que começa... uma história é que começa... uma guerra é que começa... o amor é como a vida, também não começa nem acaba...

Se dizemos que o amor acabou, é porque nunca nasceu. E se dizemos que o amor começou, é porque nunca aconteceu. O amor só é amor, quando nasce e morre.

17 Comments:

  1. cacau said...
    alo!
    foi muito giro responder ao desafio!
    :D
    eu acho que o amor se vai alterando e mutando, ficando mais forte ou mais ténue... morrer, acho que não... principalmente aquele amor que nos completa, nos preenche, esse subsiste no tempo e no espaço, muito além da morte... ainda que a vida continue e traga novas emoções e novos amores, aquele amor, perdura e perdura, e perdura... (mais ou menos como as pilhas) ;)
    kiss
    Ácido Cloridrix HCL said...
    Beeemmm,,, pelo ponto de vista em q colocas as "coisas" podes até ter razão,,, mas decerto à amores que acabam e logo outros q começam,,, ou até podemos amar a variadas pessoas ao mesmo tempo, umas mais q outras e em qq momento alguns desses amores acabarem sem necessariamente ter q morrer o amor q há em nós!!! Ou não??? Abraços, HCL
    Carla said...
    ...acontecem, simplesmente
    gostei do que li
    beijos
    Erotic Spirit said...
    estou a ver que o amor e o seu comeco e fim e topico da hora no blogworld lol lol
    Adorei a tua analise, muito mas mesmo muito certinha... amor e vida, nasce e morre.

    beijinhos
    :)
    Um Momento said...
    Hum...
    Fiquei a meditar...
    "O amor só é amor, quando nasce e morre."...
    Vou ter que arranjar argumentos bem fortes...pois pela primeira vez, desde que te leio...discordo ( apenas com esta frase... pois o conteudo do resto do texto, sim... tal qual a vida e adorei:) )
    E porquê...
    Porque ( digo eu) o amor nasce sim... mas não morre...
    Na minha modesta opinião esse sentir transforma-se... com maior ou menor intensidade... isto porque quando se ama de verdade, esse amor jamais morre,pois nas inúmeras formas que existem de amar alguém... esse amor que um dia nasceu...é para todo o sempre , na memória do sentir, do gostar...relembrado com ...carinho, muitas das vezes saudade... outras com aquela vontade de ...voltar a amar com a mesma intensidade de outrora...
    Logo..nasce,vive...e transforma-se
    ( Será?:))
    Foi apenas a minha modesta opinião ,posso , claro está , estar errada, mas é por isso mesmo que gosto de te ler , pois cada frase que escreves com este imenso sentir... leva-me a reflectir sobre elas.
    Muito grata te fico por todos estes Excelentes Momentos

    Um beijo com muito carinho ...em Ti!

    (*)
    Odele Souza said...
    Penso que a forma de sentir e de amar é diferente para cada pessoa. Para que possamos sentir e viver o amor na sua plenitude é importante encontrar quem o sinta de forma parecida com a nossa. Em assim não sendo o amor que sentimos por uma pessoa pode nos causar sofrimento.

    Um abraço.
    KI said...
    O amor só existe depois do fim.

    Continuas a escrever com o coração :)

    Abraço.
    (Un)Hapiness said...
    bem, engraçado o modo como viste a situação :)

    de facto, tens alguma razão.o amor não pode acabar, o amor perdura para lá de um simples ser humano...nunca tinha pensado destaa forma, ms vou passar a adoptar esta frase, oki doki? lool

    kiss, hasta
    Claudinha said...
    Concordo que o amor nasça, mas não acredito que ele morra, alias, também não acredito na morte como fim...acredito que tudo, tudo, absolutamente tudo, se transforma. Quem um dia amou, não deixa de amar, apenas não alimenta esse sentimento (seja pelo motivo que for) e ele se transforma em outro sentimento qualquer, seja amizade ou mesmo raiva, porque quem ama, vive o sentimento. Beijos pra você, Art.
    Ah, mandei um e-mail pra ti, não tive resposta, será que o endereço estava errado???
    Mel said...
    Dolorido isso, Art.
    Muito dolorido.
    Bjo
    Dulcineia said...
    Vim retribuir os beijinhos.Deixo,outros com sabor a cereja.
    Quanto ao blog....perdi o interesse por estas coisas.
    Xi-coração
    dulcineia
    Fragmentos Culturais said...
    ... não sei!

    O amor nasce e morre?! Tem vezes... ou será que confundimos amor com outros sentimentos que nunca sabemos definir muito bem?!

    Pois, o amor... esse, o verdadeiro não morre! Transforma-se, sim... talvez, mas enobrece-se, pela partilha sentidamente verdadeira que pode percorrer um longo caminho...

    Enfim, o amor! Não se pode escrever nada sobre o amor! Apenas alguns 'arremessos' de sentires ! Porque o amor... o amor... não se fala do amor! Sente-se o amor!
    Eu não sei falar do amor!

    Sensibilizada pelo teu olhar em 'fragmentos'!

    Um beijo
    osátiro said...
    Aí está como se pode filosofar sobre o amor.
    Enfim... said...
    tudo tem um fim...

    adorei este post faz nos pensar

    :D

    Beijinhos
    Defensor said...
    Salve,
    O amor sempre permanece. O amor é como o nosso espírito, que permanecerá após a nossa morte, ainda que na memória daqueles que nos amaram...
    Abraços
    aorta said...
    Art
    O amor nasce, cresce, amadurece... mas nem sempre morre. Por vezes, apenas adormece eternamente.

    Beijo e bom fim de semana.
    Alien David Sousa said...
    Querido Art,eu posso comparar a minha vida a um livro. E sendo a minha vida um livro, ela tem um começo, assim sendo, já estou a ir por um caminho diferente do teu.
    A minha vida tem um começo, o dia em que respirei pela primeira vez, e como um livro, também a minha vida tem vários capitulos. Um dedicado aos meus primeiros anos, outro à minha adolescência, ao meu primeiro beijo, à minha primeira paixão, ao meu primeiro amor. E esse meu primeiro amor teve um começo, quando o vi, quando trocamos as primeiras palavras, quando demos o primeiro beijo, quando fizemos amor. No entanto, fui amadurecendo, fomos os dois e começamos a percorrer caminhos diferentes e sim o amor apesar de ter sido intenso, de ter durado os anos que durou, findou. Se saltares uns capitulos mais à frente já me encontras a amar outro homem, de verdade. O que não invalida que tenha amado antes.

    Isto tudo para dizer que: não acredito que se ame apenas uma vez na vida e que, tudo tem um principio e um fim. Não acredito que pelo facto de um amor acabar signifique que eu nunca amei. É menosprezar o sentimento que tive por aquela pessoa, tudo o que vivemos e sentimos um pelo o outro. Só porque acabou, não se apagam as memórias, não se esquece a intensidade com que foi vivida a relação.

    Enfim, isto daria pano para mangas.

    Um dia dou-te o livro da minha vida para leres, pode ser que me entendas melhor ;)

    beijinhos fantasminha

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