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E muitas vezes nós vemos o que não é... naquilo que nos parece ser...
E outras vezes é mesmo... aquilo que a nós não nos parecia ser...

4 Comments:

  1. Ana said...
    Art

    É verdade. Nem tudo o que parece é, e nem tudo o que é nos parece ser.
    Na minha opinião, a interpretação que damos ás coisas tem a ver com as nossas próprias expectativas.
    Muitas vezes criamos uma realidade muito nossa e acreditamos ser a dos outros tambem. No fundo, é porque assim o desejaríamos que fosse. Interpretamos todos os sinais á nossa imagem, ao sabor dos nossos desejos, dos nossos sonhos, das nossas vontades. Tudo parece óbvio. Mas muitas vezes só o é para nós.
    E quantas vezes, nos cruzamos com essa mesma realidade, noutras circunstâncias, numa outra altura da vida, noutra parte da história e não acreditamos nela? Quantas vezes aquilo que nos parece ser e não é, já o foi anteriormente e não demos por isso? Provavelmente muitas. Só que não era aquilo que procurávamos, aquilo que desejávamos e por isso não nos pareceu ser.
    É difícil interpretar a vida. É difícil definir realidades. Elas não existem simplesmente, não são independentes de nós. Elas são o que cada um de nós quer que sejam...até que chega o dia em que percebemos que afinal não eram bem assim.

    Beijinhos
    Litinha said...
    Art,
    Na capacidade do ser humano de discernir o que é, do que parece ser e do que não é, é que reside a essência da vida e o segredo de saber viver.
    Um beijo.
    Dä®k Añgë£ said...
    Art,
    Este cartoon fez-me lembrar que eu gostava de ganhar tanto dinheiro como a minha vizinha julga que eu ganho, gostava de trabalhar tão pouco como o meu chefe pensa que eu trabalho, e gostava de ter tantos apaixonados por mim como o meu Amor pensa que eu tenho...

    A verdade é que a maioria das vezes as aparências aparaludem... infelizmente, neste caso para mim...

    :)

    Beijinhos.
    Nefertiti said...
    Querido Art,
    Permite-me pegar nas tuas palavras e tentar deixar um “pedaço de mim”…


    E muitas vezes nós vemos o que não é…”
    E tantas, tantas vezes eu vi o que não era…
    “… naquilo que nos parece ser…”
    e sempre me pareceu ser

    E outras vezes é mesmo…”
    E afinal era mesmo e sempre foi
    “… aquilo que a nós não nos parecia ser…”
    aquilo que não quis ver e crer que pudesse ser


    E muitas vezes nós vemos o que não é… naquilo que nos parece ser…”
    Olhar inocente e crente do meu coração

    E outras vezes é mesmo… aquilo que a nós não nos parecia ser…”
    Cegueira alucinada de uma ilusão iludida


    Perdoa-me a ousadia…
    Beijinhos.

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