Há vazios que nunca serão preenchidos, porque não se resumem apenas a saudades, são mesmo um espaço vazio. E porque razão se mantém esse vazio se ninguém é insubstituível? - pensamos...
Talvez a resposta esteja do facto de ninguém conseguir nunca ocupar um espaço que foi preenchido por outra pessoa, porque era só dela, e isso tem que ser encarado como uma realidade inevitável, e temos que saber conviver com esse espaço vazio que é deixado em nós quando alguém parte.
E o tempo? - pode passar um tempo... dois tempos... três tempos... todos os tempos... que nós nunca deixaremos de... sentir o vazio.
Talvez a resposta esteja do facto de ninguém conseguir nunca ocupar um espaço que foi preenchido por outra pessoa, porque era só dela, e isso tem que ser encarado como uma realidade inevitável, e temos que saber conviver com esse espaço vazio que é deixado em nós quando alguém parte.
E o tempo? - pode passar um tempo... dois tempos... três tempos... todos os tempos... que nós nunca deixaremos de... sentir o vazio.
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Porque amanhã será apenas amanhã, é que eu gosto de viver um dia de cada vez com toda a intensidade que posso, como se não houvesse amanhã, porque parece-me errado pensar que amanhã rimos... amanhã brincamos... amanhã sonhamos...
Quando agimos assim perdemo-nos no hoje... o ontem já passou... e o amanhã será apenas o dia seguinte ao hoje...
Quando agimos assim perdemo-nos no hoje... o ontem já passou... e o amanhã será apenas o dia seguinte ao hoje...
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Berlim é uma cidade bem particular...
Só mesmo indo a Berlim para nos apercebermos o quanto a cidade está carregada de história. Boa parte dessa história está reflectia na reconstrução, e na destruição de prédios, igrejas, monumentos ou bairros inteiros, que foram bombardeados durante a Segunda Guerra Mundial.
Houve um tempo em que a maior atracção de Berlim era a Igreja Memorial de Guilherme I, mantida de propósito no estado em que ficou depois dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial. Hoje há tanta coisa para ver que chegamos a correr o risco de nos esquecermos dela…
A desconstrução é representada pelo Muro derrubado que reunificou a Alemanha novamente em 1989, e que ainda hoje permanece lá, embora na sua esmagadora maioria de forma invisível. Do Muro apenas resta uma linha assinalada no chão da cidade, e curtos pedaços preservados como relíquia histórica. A história que o Muro representa impressionou-me bastante porque eu vi acontecer pela televisão. É diferente de aprender uma história que aconteceu bem antes de eu existir, sei lá, parece-me uma coisa mais real.
Pariser Platz, em frente ao Brandenburger Tor, é o mais importante portal de Berlim. Antes da guerra, era o símbolo da paz, e depois da reunificação tornou-se no símbolo do nacionalismo alemão. O Memorial das Vítimas do Holocausto, é uma área grande, mais ou menos equivalente a um quarteirão, com 2.700 pedras escuras de tamanhos diferentes que fazem lembrar um cemitério. Mais à frente chega-se ao local onde se encontra o Bunker onde Hitler passou seus últimos dias. É um lugar completamente comum que foi aterrado e transformado num parque de estacionamento.
Ainda há o Checkpoint Charlie, que era um dos pontos de fronteira entre o lado americano e o lado soviético do Muro.
No lado Oriental da Alemanha é onde as coisas acontecem, onde estão os melhores museus, os monumentos restaurados, as novas construções, e a vida nocturna.
A descoberta da nova Berlim começa quando se sai da estação de metro de Potsdamer Platz e se dá de caras com o Sony Center, que é uma praça futurista delimitada por prédios disformes e coberta por um tecto de vidro. Há uns anos atrás lá só havia destroços do Muro de Berlim, cuja história se pode conhecer numa exposição permanente em frente à praça, onde ainda existem fragmentos do Muro intactos.
As ruas mais comerciais de Berlim são a Französischer Strasse e Friedrichstrasse. A rua da noite institucionalizada, com restaurantes e bares, é a Oranienburger Strasse. É um bom local para experimentar a autêntica comida alemã, a currywurst (salsicha levemente temperada com curry), e que é famosa na cidade. E, claro, não se esqueçam de experimentar a maior quantidade possível de cervejas!!!
O facto é que gostei muito de Berlim. Foram dias muito bem aproveitados.
fotografias: Å®t Øf £övë
música: Der Anfang Vom Ende
Divagando sobre: O meu olhar, Pedaços de Nós
Quem tiver a capacidade de se amar a si mesmo, nunca sentirá solidão, porque quem gosta de estar consigo mesmo, nunca sentirá a necessidade de estar no meio de uma multidão para se sentir feliz e realizado.
Quem gosta de si mesmo nunca está só, porque gostando de si mesmo passa a ter a capacidade de gostar dos outros também, e passa a ter um enorme prazer em dar. É este o segredo da felicidade, porque o amor é o segredo para nunca nos sentirmos sós. Quem ama está sempre acompanhado.
O que pode levar alguém à solidão é a mistura do amor com o prazer da conquista, porque quando isto acontece mais cedo ou mais tarde acaba-se por se sucumbir. Quando um amor precede um outro, e a conquista uma outra, é aí que começa a residir o mal que nos levará à solidão.
Quem gosta de si mesmo nunca está só, porque gostando de si mesmo passa a ter a capacidade de gostar dos outros também, e passa a ter um enorme prazer em dar. É este o segredo da felicidade, porque o amor é o segredo para nunca nos sentirmos sós. Quem ama está sempre acompanhado.
O que pode levar alguém à solidão é a mistura do amor com o prazer da conquista, porque quando isto acontece mais cedo ou mais tarde acaba-se por se sucumbir. Quando um amor precede um outro, e a conquista uma outra, é aí que começa a residir o mal que nos levará à solidão.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Já dizia Soren Kiekegaard:
"Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida..."
É ao pensar nesta frase que eu perco o medo de amar, porque mais do que dúvidas aquilo que me perturba é o medo de sofrer, ou em algum momento, o medo de ser amado e não ter a capacidade de amar... Mas sem experimentar não há como acabar com as dúvidas...
De nada me vale refugiar-me numa couraça, de nada vale não sentir as emoções, porque a vida quer se queira quer não, será sempre um risco... não há como o evitar. Se conseguir pensar assim vou-me tornar mais disponível para amar, sem medos, e esquecer os possíveis sofrimentos que possa ter sentido no passado, porque esse mesmo passado vai-me servir de bagagem para não ser tão inocente... para ser mais maduro, e mais experiente.
Tenho que encarar o medo de me entregar e de poder eventualmente sofrer, como uma fantasia que me habita o imaginário, porque tudo isso está no futuro, e eu por muito que queira não tenho a capacidade para adivinhar o futuro. Por isso não vou desistir de mim mesmo, não vou desistir do que desejo, não vou desistir dos meus sonhos...
"Arriscar-se é perder o pé por algum tempo. Não se arriscar é perder a vida..."
É ao pensar nesta frase que eu perco o medo de amar, porque mais do que dúvidas aquilo que me perturba é o medo de sofrer, ou em algum momento, o medo de ser amado e não ter a capacidade de amar... Mas sem experimentar não há como acabar com as dúvidas...De nada me vale refugiar-me numa couraça, de nada vale não sentir as emoções, porque a vida quer se queira quer não, será sempre um risco... não há como o evitar. Se conseguir pensar assim vou-me tornar mais disponível para amar, sem medos, e esquecer os possíveis sofrimentos que possa ter sentido no passado, porque esse mesmo passado vai-me servir de bagagem para não ser tão inocente... para ser mais maduro, e mais experiente.
Tenho que encarar o medo de me entregar e de poder eventualmente sofrer, como uma fantasia que me habita o imaginário, porque tudo isso está no futuro, e eu por muito que queira não tenho a capacidade para adivinhar o futuro. Por isso não vou desistir de mim mesmo, não vou desistir do que desejo, não vou desistir dos meus sonhos...
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Eu sei que os "ses" não nos ajudam a andar para a frente, porque são bem capazes de nos prender os movimentos se não os soubermos usar como motores para nos fazer seguir em frente na vida.
Os "ses" fazem parte da vida, porque se não fossem eles, se não nos interrogássemos, se calhar seria porque não existíamos. Os "ses" comandam uma boa parte da nossa vida, porque os sonhos dependem dos "ses" da vida.
Parece que é mesmo assim... cada um de nós tem uma "pasta" cheia de "ses"... faz parte... assim como faz parte cada um de nós ser um "se" na vida de alguém.
Os "ses" fazem parte da vida, porque se não fossem eles, se não nos interrogássemos, se calhar seria porque não existíamos. Os "ses" comandam uma boa parte da nossa vida, porque os sonhos dependem dos "ses" da vida.
Parece que é mesmo assim... cada um de nós tem uma "pasta" cheia de "ses"... faz parte... assim como faz parte cada um de nós ser um "se" na vida de alguém.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Gosto de simplesmente gostar, porque gostar tem que ser sempre livre, simples... e quem sabe definitivo. Deparamo-nos com alguém, gostamos e pronto... não é preciso porquês, previsões, instruções, ou explicações. É verdade que nem sempre se pode ter quem se gosta, mas isso não tem tanta importância assim, porque o gostar não inclui posse. É um gostar sem desejar... será isso possível?
Gostar não pode ser visto como um acto, uma decisão, e muito menos uma imposição. Não é importante se é conveniente ou sensato gostarmos, porque só o facto de experimentarmos essa sensação, é por si só uma felicidade.
Gostar é simples, o que às vezes complica o gostar, é não gostar de gostar, travar essa sensação livre e espontânea, não deixar o gostar seguir o seu próprio caminho, até criar a sua história, cumprir o seu tempo, e dar lugar a novos gostos.
Gostar não pode ser visto como um acto, uma decisão, e muito menos uma imposição. Não é importante se é conveniente ou sensato gostarmos, porque só o facto de experimentarmos essa sensação, é por si só uma felicidade.
Gostar é simples, o que às vezes complica o gostar, é não gostar de gostar, travar essa sensação livre e espontânea, não deixar o gostar seguir o seu próprio caminho, até criar a sua história, cumprir o seu tempo, e dar lugar a novos gostos.
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Desejo que o teu desejo seja igual ao meu desejo... que seja o desejo de desejar desejosa de muitos desejos. E assim de desejo em desejo, aquilo que eu desejo é estar contigo num carrossel, com os nossos desejos e o nosso mundo a girar. Eu tonto de desejo a pedir-te para continuar, falando-te de amor e paixão, deixando o prazer e a emoção nos levar...
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Subscribe to:
Mensagens (Atom)