O caos instala-se, quando sentimos que tudo acaba, e temos uma enorme sensação de vazio, e de perda completa de esperança. Muitos vezes sentimos o vazio apenas porque um telemóvel não toca, ou porque uma certeza que tínhamos anteriormente deixou de o ser.
Nessas alturas o vazio que fica na nossa alma é tão forte que não tem explicação. Nestas fases pensamos que dar a volta por cima pode ser uma missão impossível, e bem longe de estar ao nosso alcance. Mas com o passar dos dias vamos começando a sentir que esse vazio se transformou em nada, e voltamos a sentir de novo, voltamos a importar-nos com tudo aquilo que nos rodeia, e quando nos apercebemos já ultrapassamos o caos que se tinha instalado, e deixamos de tentar esquecer o que nos levou a esse mesmo caos, simplesmente porque já nos esquecemos dele.
E assim, quando menos esperamos acaba por chegar aquele dia em que nos voltamos a sentir confortáveis, e novamente em perfeita harmonia com a nossa própria vida, e embora possamos sentir-nos um ser diferente do anterior, as certezas voltam, nem que seja tendo como base a única pessoa em que voltamos a confiar, ou seja... nós mesmos.
Nunca devemos ter medos nem receios de partilhar aquilo que o passado nos ensinou, porque é esse mesmo passado que nos faz perceber e saber onde estamos, e até onde podemos ser levados.
Nessas alturas o vazio que fica na nossa alma é tão forte que não tem explicação. Nestas fases pensamos que dar a volta por cima pode ser uma missão impossível, e bem longe de estar ao nosso alcance. Mas com o passar dos dias vamos começando a sentir que esse vazio se transformou em nada, e voltamos a sentir de novo, voltamos a importar-nos com tudo aquilo que nos rodeia, e quando nos apercebemos já ultrapassamos o caos que se tinha instalado, e deixamos de tentar esquecer o que nos levou a esse mesmo caos, simplesmente porque já nos esquecemos dele.
E assim, quando menos esperamos acaba por chegar aquele dia em que nos voltamos a sentir confortáveis, e novamente em perfeita harmonia com a nossa própria vida, e embora possamos sentir-nos um ser diferente do anterior, as certezas voltam, nem que seja tendo como base a única pessoa em que voltamos a confiar, ou seja... nós mesmos.
Nunca devemos ter medos nem receios de partilhar aquilo que o passado nos ensinou, porque é esse mesmo passado que nos faz perceber e saber onde estamos, e até onde podemos ser levados.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Há cidades e lugares que nos marcam, pelas mais diversas razões. Todos nós temos essa sensação em relação a este ou aquele lugar. É uma sensação comum a todos nós.
Os lugares que nos marcam chegam-nos até a causar um certo egoísmo de os querermos sentir como sendo só nossos, e que nunca mudem. Às vezes conseguimos ter essa sensação, porque a saudade encarrega-se de fazer isso por nós, mas para que isso aconteça é preciso não voltar mais a esses lugares. E nem sempre é fácil resistir a não voltar onde nos sentimos felizes, e em casa.
Esses lugares marcam-nos, porque dizem-nos sempre mais alguma coisa do que aquilo que aparentam. Esses lugares são os nossos pequenos abrigos, para onde podemos sempre fugir, e depois voltar, porque eles são nossos... estão lá... sempre...
Os lugares que nos marcam chegam-nos até a causar um certo egoísmo de os querermos sentir como sendo só nossos, e que nunca mudem. Às vezes conseguimos ter essa sensação, porque a saudade encarrega-se de fazer isso por nós, mas para que isso aconteça é preciso não voltar mais a esses lugares. E nem sempre é fácil resistir a não voltar onde nos sentimos felizes, e em casa.
Esses lugares marcam-nos, porque dizem-nos sempre mais alguma coisa do que aquilo que aparentam. Esses lugares são os nossos pequenos abrigos, para onde podemos sempre fugir, e depois voltar, porque eles são nossos... estão lá... sempre...
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Hoje é o primeiro dia do resto deste ano, e por isso vou fazer uma associação que não sei se combina bem para todos, mas que aos meus olhos combina na perfeição - falo de sexo/amor versus imagem/fotografia.
Sempre que possível gosto de ver associadas as imagens e as palavras... e vice-versa. Ambas as sinto frequentemente como arte, como aquilo que vivo, que me perturba, e enlouquece. Em resumo... tudo aquilo que amo.
Hoje à fantástica imagem da Maria, Simplesmente, junto as palavras do também ele sempre magnifico Flávio Gikovate.
Sempre que possível gosto de ver associadas as imagens e as palavras... e vice-versa. Ambas as sinto frequentemente como arte, como aquilo que vivo, que me perturba, e enlouquece. Em resumo... tudo aquilo que amo.
Hoje à fantástica imagem da Maria, Simplesmente, junto as palavras do também ele sempre magnifico Flávio Gikovate.
É comum ouvir dizer que, depois de alguns anos, a vida sexual dos casais se torna extremamente tediosa e repetitiva. A freqüência das relações costuma diminuir, regredindo para um encontro físico por semana, no qual as pessoas cumprem o "dever conjugal" ou "batem o ponto" – linguagem derivada da atitude displicente que têm alguns funcionários públicos. Muitos homens completam seus anseios sexuais pelo contacto com outras mulheres que não as esposas. E existem mulheres que também agem desta maneira. Mas a maior parte delas acomoda-se à situação, por achar que "a vida é assim mesmo" e voltam-se para interesses diferentes, principalmente para os filhos.
Costuma-se dizer que o desejo sexual é transitório: alimenta-se da novidade e depende muito da conquista, de modo que o que já foi conquistado perde quase totalmente a graça. Em parte, isso é verdade. Mas a experiência ensina-nos também que existe um bom número de casais que mantém uma vida sexual rica, excitante e divertida por vinte, trinta, quarenta anos seguidos. O fundamental é tentar entender por que isso acontece e extrair daí algumas lições úteis para que a maioria das pessoas possa desfrutar das delícias eróticas por toda a vida.
Mais importante do que saber por que o desejo desaparece em tantos casais é entender as razões pelas quais ele permanece em outros. Quero referir-me apenas aos "bons casamentos" – aqueles em que há uma dose decente de afeição recíproca e, principalmente, uma atitude mútua de respeito e consideração. Sim, porque nos "maus casamentos" a vida sexual tende a esvaziar-se por razões sentimentais. Um homem ou uma mulher que se sinta sempre humilhado(a) e rejeitado(a), ou que seja tratado(a) com grosseria e autoritarismo, tem o "dever" de desenvolver uma aversão física pelo(a) agressor(a).
Na maioria dos casos, é isso o que ocorre e, não raramente, é o início do fim do casamento. Existe uma excepção: aquela na qual o agressor – um homem ou uma mulher – pode provocar permanentemente a incerteza e o ciúme do parceiro. E o ciúme é um poderoso afrodisíaco, pois mobiliza inseguranças pessoais e tendências competitivas e de disputa. Ninguém quer se mostrar menos competente que um eventual rival.
A minha impressão é a de que o factor erótico que se alimenta de novidades e se cansa com a repetição é unicamente o que deriva da excitação visual do homem. O rapaz casa-se e, no início da convivência, pode ficar excitado apenas ao ver a sua mulher nua. Isto é coisa que costuma desaparecer logo, muito antes dos sinais de envelhecimento físico da companheira, não estando associado a esse facto. Aliás, a importância da visão, como elemento de excitação masculina, diminui com o passar do anos, até mesmo em relação às outras mulheres que não as próprias esposas. A excitação vai se tornando mais dependente dos carinhos e do toque. Quer dizer que o aspecto táctil se torna cada vez mais influente. Na mulher é assim desde o início da vida adulta. Ela excita-se ao se perceber desejada e, principalmente, ao ser acariciada de um modo adequado.
É preciso, portanto, que os próprios homens saibam que o que está a acontecer é absolutamente normal. Do contrário, eles terão a impressão de que já não têm mais o mesmo interesse pela esposa, o que não é verdadeiro. Eles necessitam agora, exactamente como as mulheres, de mais agrados e carícias físicas para terem excitação sexual. Depois que surge a erecção, tudo ocorre como no passado. Claro, desde que a vida em comum seja de razoável entendimento e consideração mútua.
O desejo não se esvai, ele modifica-se. Deixa de ser visual e torna-se essencialmente táctil. A mulher deve entender que isso não significa que ela está a ser menos amada – apenas não desperta mais aquele impacto visual que ainda ocasiona nos outros homens. E não adianta nada trocar de marido. A história se repetirá com o próximo. Às vezes, eu penso que, com o passar dos anos, a visão vai sendo substituída pela imaginação e pelo prazer que se tem ao perceber que o parceiro é participativo em todo o tipo de intimidades eróticas.
Divagando sobre: blogosfera / internet, Pedaços de Nós
O novo ano está aí à porta. Será isso bom ou mau? Sinceramente não sei... a única coisa que sei é que o ano vai mudar... as energias vão mudar... a vida vai evoluir entre perdas e conquistas, e espero que todos nós consigamos recriar-nos... reinventar-nos... e transformar-nos com a passagem do tempo.Vamos dizer adeus ao ano velho, e desejar as boas vindas ao ano novo, de preferência com muito dinheiro no bolso, e saúde para dar e vender.
Para muitos quando o ano velho vai embora... já vai tarde. Para outros não deveria ir nunca. Mas ele vai... é implacável. E a sua ida irá trazer-nos outros dias... outras semanas... e novas perspectivas para serem vividas com intensidades diferentes por cada um de nós.
Desejo-vos um FELIZ 2010...
Divagando sobre: efemérides, Se Eu Blogo
O Natal é um dia mais do que especial, porque é nesta época de festividades que os olhinhos, o sorriso, e o olhar das crianças adquirem um brilho intenso que significam esperança. Talvez por isso se troquem presentes só para vermos a alegria no seu olhar ao ganharem os seus presentes.Entretanto os anos passam, e elas deixam de acreditar no Pai Natal, para passar a serem elas próprias o Pai Natal, mas mesmo nessa condição, elas não deixam de se lembrar das suas infâncias, e do tempo em que para elas o Pai Natal existia mesmo, porque assim alguém as fez acreditar.
O Natal tem a capacidade de até aos adultos encantar, porque no fundo de cada um de nós sempre existirá no nosso coração a magia do Natal. Assim... puro... perfeito... Aos olhos dos adultos... como aos olhos de qualquer criança...
A todos os que por aqui passam por estes dias, para além de vos desejar um FELIZ NATAL, deixo-vos o conselho de não pensarem no passado porque não o podem mudar... nem pensem no futuro porque também não o podem prever, e muito menos pensem no presente que eu vos poderia dar porque simplesmente não o comprei...
FELIZ NATAL a todos
FELIZ NATAL a todos
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Viver também pode ser estarmos sempre à procura daquilo que não temos. É por isso que quando se vive afogado no meio de mulheres lindas, a beleza pode vulgarizar-se, e só um olhar especial, ou umas mãos de seda nos conseguirão arrancar da letargia que essa abundância nos pode provocar.
Quando a conheci ou ela não era assim... ou então foi o meu amor por ela que a transformou naquilo que hoje é aos meus olhos...
Quando a conheci ou ela não era assim... ou então foi o meu amor por ela que a transformou naquilo que hoje é aos meus olhos...
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Sou da opinião de que quem parte já há muito que se tinha ido embora. E há aquelas pessoas que é como se nunca estivessem em lugar nenhum, e que por isso apenas as podemos guardar no nosso coração, porque esse é o único sítio do qual podemos ter a certeza que nunca partirão. Na verdade nem eu mesmo sei definir se os fracos são aqueles que fogem, ou se pelo contrário os fracos são aqueles que decidem ficar.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
As quedas que levamos ao longo da nossa vida são apenas o amadurecimento e a aprendizagem para enfrentarmos o futuro com mais confiança e sabedoria.Eu já me perdi muitas vezes, e também por muitas vezes pensei que não ia voltar a encontrar-me! Mas lutei... e ao mesmo tempo deixei que o destino me guiasse, e não deixei que a vida me derrotasse cruel e friamente.
Podemos sempre ter uma reacção. É nos momentos mais importantes, e difíceis, da nossa vida que nos apercebemos como estamos sozinhos, como não temos ninguém a não ser nós próprios. Não podemos contar com mais ninguém. Apenas com a nossa razão, o nosso pensamento, o nosso coração, e a nossa vontade.
Quando me sinto perdido, descanço, e depois volto à luta, e não deixo que a vida me derrote, que o destino me engula, e que a tristeza me comande. Luto... Venço... Porque a força interior é a minha maior e única aliada. Quando tenho verdadeiramente vontade de me voltar a encontrar, acabo por conseguir sempre.
Tenho prometido a mim mesmo que vou mandar a tristeza embora, e olhar de novo para a vida a sorrir. Vou volta a abrir as portas que estão trancadas no meu coração, e apagar de vez tudo e todos os que insistem em me magoar. Passar a preocupar-me apenas com quem o merece, e deixar de perder tempo com tudo aquilo que não fizer sentido. E vou deixar... deixar o tempo agir, porque ele tudo desvanece.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
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