Na vida podemos escolher entre ser uma Ponte que une uma margem à outra, ou ser um Muro que separa um território de outro. Se formos Pontes, iremos unir todas as coisas. Se formos Muros, estaremos a dividir, a marcar espaço.
Como Pontes, podemos aumentar amizades. Como Muros, aumentamos divisões e isolamentos... tornamos a vida mais solitária. De nada nos serve sermos Muros. Sejamos Pontes, verdadeiras fontes de amizade e de união. A escolha é sempre nossa... minha... ser Muro... e ficar sozinho, ou Ponte... e ter sempre a alegria da companhia na minha vida.
Eu escolhi ser uma Ponte, para poder passar nela, para conhecer novas pessoas de quem passo a gostar, que passam a fazer verdadeiramente parte da minha vida, e por quem tenho admiração e estima. A essas pessoas deixo sempre um pouquinho de mim, porque sei que também recebo sempre um pouquinho delas. E é este sentimento de partilha que nos faz ser pessoas diferentes e únicas, porque afinal é na mistura de experiências que está o verdadeiro "charme da vida".
A Rachel do Blogue Whispers coming from my heart, que tenho a certeza que também escolheu ser uma Ponte, e imbuída do sentimento de partilha, ofereceu-me estes quatro prémios, que muito orgulho me dá em receber, porque afinal partilhamos na esperança que alguém nos leia, e de recebermos algum tipo de feedback e reconhecimento.
Como Pontes, podemos aumentar amizades. Como Muros, aumentamos divisões e isolamentos... tornamos a vida mais solitária. De nada nos serve sermos Muros. Sejamos Pontes, verdadeiras fontes de amizade e de união. A escolha é sempre nossa... minha... ser Muro... e ficar sozinho, ou Ponte... e ter sempre a alegria da companhia na minha vida.
Eu escolhi ser uma Ponte, para poder passar nela, para conhecer novas pessoas de quem passo a gostar, que passam a fazer verdadeiramente parte da minha vida, e por quem tenho admiração e estima. A essas pessoas deixo sempre um pouquinho de mim, porque sei que também recebo sempre um pouquinho delas. E é este sentimento de partilha que nos faz ser pessoas diferentes e únicas, porque afinal é na mistura de experiências que está o verdadeiro "charme da vida".
A Rachel do Blogue Whispers coming from my heart, que tenho a certeza que também escolheu ser uma Ponte, e imbuída do sentimento de partilha, ofereceu-me estes quatro prémios, que muito orgulho me dá em receber, porque afinal partilhamos na esperança que alguém nos leia, e de recebermos algum tipo de feedback e reconhecimento.
Trevinho da Sorte vai para a Freyja
Prémio dá cá um abraço vai para o AcidoCloridrix
Esse Blog é Show de Bola vai para a Aorta
Blog com boas energias vai para a Lady.Bug
É incrível como há pessoas que nos marcam, e fazem parte da nossa vida, mesmo que nunca se tenha estado "face to face"...!!!
Divagando sobre: chains and awards, Se Eu Blogo
Por vezes sinto que fui traído por alguém que disse que me amava.
Mas será que foi mesmo alguém que o disse?
Não terei sido eu a imaginar?
Não me posso esquecer que quando se ama não é só a boca que fala. Tenho que me lembrar que por vezes é o nosso corpo, e o nosso olhar, a "trair-nos"... porque as expressões corporais e o olhar, muitas vezes valem mais do que as palavras...
Não terei sido eu a imaginar?
Não me posso esquecer que quando se ama não é só a boca que fala. Tenho que me lembrar que por vezes é o nosso corpo, e o nosso olhar, a "trair-nos"... porque as expressões corporais e o olhar, muitas vezes valem mais do que as palavras...
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Porque é que não grito?
Porque é que não deito cá para fora tudo o que me aperta o peito?
Não será melhor muitas vezes desistir?
Não será que por vezes desistir não é perder, mas sim ganhar?
Principalmente quando já se está apenas numa fase de se ir até onde aguentámos?
Tantas perguntas e dúvidas a invadirem-me o espírito...
Porque é que não deito cá para fora tudo o que me aperta o peito?
Não será melhor muitas vezes desistir?
Não será que por vezes desistir não é perder, mas sim ganhar?
Principalmente quando já se está apenas numa fase de se ir até onde aguentámos?
Tantas perguntas e dúvidas a invadirem-me o espírito...
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
A Aorta e a Rachel, dizem que "Este blog não lhes sai da cabeça!"
E justificam-no dizendo que já não passam sem as minhas divagações, e que por isso este blogue faz parte do grupo de blogues que elas visitam, e que o lêem como se de um livro se tratasse, não olhando só para a capa, mas sim para o seu conteúdo, porque as tem ajudado a ver alguns sentimentos com outros olhos.
Na verdade fico muito lisonjeado com isso, até porque as palavras que aqui vou deixando nem sempre são bonitas, nem sempre são fáceis, e sem dúvida, quase nunca atingem a veracidade dos meus sentimentos, embora muitas vezes consigam chegar lá perto, porque quando as palavras fervilham em nós, é sinal de que nós próprios fervilhamos por dentro.
Agora, e dando seguimento a este prémio compete-me a mim nomear mais cinco "blogs que não me saem da cabeça!". Mas para o fazer conscientemente, fui pesquisar o que é afinal "Um blog que não nos sai da cabeça!", e assim cheguei à origem deste prémio, e percebi pela descrição do seu autor, que "Um blog que não nos sai da cabeça!", é afinal um "Blog Neurónico"!!!
Ou seja, é um daquele tipo de blogues, que apesar da vida corrida de cada um de nós, com milhões de relatórios para entregar, com clientes para receber, e com os patrões a chatearem-nos, não conseguimos deixar de dar uma espreitadela para ver se há novidades. É um daqueles blogues onde passamos todos os dias, mesmo não havendo novidades. Segundo também a mesma definição, é um blogue em que, no trabalho, numa caminhada, ou no convívio com amigos, estamos sempre ansiosos por termos acesso à internet, só para o espreitarmos.
Enfim, esta e a verdadeira essência do prémio... "Este blog não me sai da cabeça!"
E justificam-no dizendo que já não passam sem as minhas divagações, e que por isso este blogue faz parte do grupo de blogues que elas visitam, e que o lêem como se de um livro se tratasse, não olhando só para a capa, mas sim para o seu conteúdo, porque as tem ajudado a ver alguns sentimentos com outros olhos.
Na verdade fico muito lisonjeado com isso, até porque as palavras que aqui vou deixando nem sempre são bonitas, nem sempre são fáceis, e sem dúvida, quase nunca atingem a veracidade dos meus sentimentos, embora muitas vezes consigam chegar lá perto, porque quando as palavras fervilham em nós, é sinal de que nós próprios fervilhamos por dentro.
Agora, e dando seguimento a este prémio compete-me a mim nomear mais cinco "blogs que não me saem da cabeça!". Mas para o fazer conscientemente, fui pesquisar o que é afinal "Um blog que não nos sai da cabeça!", e assim cheguei à origem deste prémio, e percebi pela descrição do seu autor, que "Um blog que não nos sai da cabeça!", é afinal um "Blog Neurónico"!!!
Ou seja, é um daquele tipo de blogues, que apesar da vida corrida de cada um de nós, com milhões de relatórios para entregar, com clientes para receber, e com os patrões a chatearem-nos, não conseguimos deixar de dar uma espreitadela para ver se há novidades. É um daqueles blogues onde passamos todos os dias, mesmo não havendo novidades. Segundo também a mesma definição, é um blogue em que, no trabalho, numa caminhada, ou no convívio com amigos, estamos sempre ansiosos por termos acesso à internet, só para o espreitarmos.
Enfim, esta e a verdadeira essência do prémio... "Este blog não me sai da cabeça!"
E aqueles que neste momento estão na minha cabeça são:
Secreta
Erotic Spirit
Silêncio Culpado
José Neves - Fotografia
O Melhor Blog Sobre Nada
Secreta
Erotic Spirit
Silêncio Culpado
José Neves - Fotografia
O Melhor Blog Sobre Nada
Divagando sobre: chains and awards, Se Eu Blogo
E se houvesse um medicamento que depois de tomado nos fizesse esquecer a pessoa que amamos?
As farmácias seriam invadidas de gente à sua procura.
E se existisse uma operação que nos removesse a parte da memória que nos faz lembrar esse mesmo alguém?
As listas de espera para essa cirurgia ficariam enormes.
Mas não existe... não há... não se vende... nem se opera...
Então pode-se esquecer?
Pode... digo eu... usando a técnica vulgarmente chamada de "fogo contra fogo", que consiste em lançar outro fogo na direcção do que vem a arder.
O que há a fazer é queimar o que ainda houver de bom, e fazer com que as coisas que estejam associadas à pessoa que queríamos, não nos pareçam assim tão agradáveis. Aqui o grande problema pode ser o vento reacender as chamas.
E o que poderá ser esse vento?
Pode ser uma chamada dela - Há que não atender o telefone.
Pode ser uma vontade de lhe ligarmos nós - Apague-se já o número.
Pode ser uma fotografia dela ainda guardada, ou uma carta que imbecilmente relemos, ou quem sabe aceitarmos um convite para um café em casa dela... Bem, mas isto já não seria bem vento, mas possivelmente um tornado.
Portanto, voltando à técnica do "fogo contra fogo", o mais importante é queimarmos tudo à volta sem usarmos um único fósforo, e assim, extinguirmos o pouco que ainda pudesse existir, não permitindo recaídas, que sabemos que só iriam adiar o inevitável.
As farmácias seriam invadidas de gente à sua procura.
E se existisse uma operação que nos removesse a parte da memória que nos faz lembrar esse mesmo alguém?
As listas de espera para essa cirurgia ficariam enormes.
Mas não existe... não há... não se vende... nem se opera...
Então pode-se esquecer?
Pode... digo eu... usando a técnica vulgarmente chamada de "fogo contra fogo", que consiste em lançar outro fogo na direcção do que vem a arder.
O que há a fazer é queimar o que ainda houver de bom, e fazer com que as coisas que estejam associadas à pessoa que queríamos, não nos pareçam assim tão agradáveis. Aqui o grande problema pode ser o vento reacender as chamas.
E o que poderá ser esse vento?
Pode ser uma chamada dela - Há que não atender o telefone.
Pode ser uma vontade de lhe ligarmos nós - Apague-se já o número.
Pode ser uma fotografia dela ainda guardada, ou uma carta que imbecilmente relemos, ou quem sabe aceitarmos um convite para um café em casa dela... Bem, mas isto já não seria bem vento, mas possivelmente um tornado.
Portanto, voltando à técnica do "fogo contra fogo", o mais importante é queimarmos tudo à volta sem usarmos um único fósforo, e assim, extinguirmos o pouco que ainda pudesse existir, não permitindo recaídas, que sabemos que só iriam adiar o inevitável.
Divagando sobre: Pedaços de mim, Pedaços de Nós
Na nossa vida há momentos em que o olhar se perde no vazio, no infinito, momentos calados, transportados para o fundo dos nossos corações.
Parece-me que esses momentos normalmente devem ser vividos em solidão. E por vezes a solidão é boa, dá-nos dignidade. Todos deveríamos ficar sozinhos de vez em quando, para estabelecermos um diálogo connosco e descobrirmos a nossa força pessoal. É na solidão, que nós encontramos harmonia e paz de espírito.
Parece-me que esses momentos normalmente devem ser vividos em solidão. E por vezes a solidão é boa, dá-nos dignidade. Todos deveríamos ficar sozinhos de vez em quando, para estabelecermos um diálogo connosco e descobrirmos a nossa força pessoal. É na solidão, que nós encontramos harmonia e paz de espírito.
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
A vida é mágica que faz e desfaz, que leva e traz... num olhar desencadeia tudo...
A carta joga-se, a vida perde-se... fazem-se apostas que ninguém percebe...
Para quê jogar o destino? Se o mundo está suspenso em baralhos que não entendo, dados que não rolam, vícios que não compreendo?...
Não há palavras que expressem a dor de perder alguém, não há nada que o descreva. As palavras não explicam a perda de alguém querido. Quando alguém morre, leva consigo parte do mistério da vida, e a parte que fica torna-se ainda mais intrigante.
Só somos verdadeiramente capazes de descobrir a relação profunda entre a vida e a morte quando alguém que era uma das razões da nossa vida se vai embora.
Foi para onde? Para quem? Será que me ouve? Será que nos vamos ver de novo? Como será o reencontro? Acabou-se para sempre, ou ela apenas foi antes de nós? Porquê agora? Porquê desta forma?
As perguntas insistem em aparecer na nossa mente, e as respostas nunca aparecem claras. Dói, dói, dói e dói...
Passamos então a tentar assimilar o que não se explica, e mais uma vez cada um o faz do seu jeito. Há os que gritam, os que abandonam tudo, os que agridem, os que choram silenciosamente num canto, e os que mergulham no fatalismo.
Para quem parte, a vida passa a ter outra dimensão, alcançam o definitivo. Para quem fica, ficam as dúvidas, as perguntas, e o sofrimento. Mas a nossa vez também chegará, e quando isso acontecer, então não haverá mais lágrimas.
Por enquanto fica apenas o mistério... alguém que não sabemos porque nasceu, porque cresceu, e porque preencheu tanto a nossa vida, fechou os olhos e foi-se embora.
A vida é uma só... começa aqui no tempo, e continua depois na ausência de tempo e de limite.
A carta joga-se, a vida perde-se... fazem-se apostas que ninguém percebe...
Para quê jogar o destino? Se o mundo está suspenso em baralhos que não entendo, dados que não rolam, vícios que não compreendo?...
Não há palavras que expressem a dor de perder alguém, não há nada que o descreva. As palavras não explicam a perda de alguém querido. Quando alguém morre, leva consigo parte do mistério da vida, e a parte que fica torna-se ainda mais intrigante.
Só somos verdadeiramente capazes de descobrir a relação profunda entre a vida e a morte quando alguém que era uma das razões da nossa vida se vai embora.
Foi para onde? Para quem? Será que me ouve? Será que nos vamos ver de novo? Como será o reencontro? Acabou-se para sempre, ou ela apenas foi antes de nós? Porquê agora? Porquê desta forma?
As perguntas insistem em aparecer na nossa mente, e as respostas nunca aparecem claras. Dói, dói, dói e dói...
Passamos então a tentar assimilar o que não se explica, e mais uma vez cada um o faz do seu jeito. Há os que gritam, os que abandonam tudo, os que agridem, os que choram silenciosamente num canto, e os que mergulham no fatalismo.
Para quem parte, a vida passa a ter outra dimensão, alcançam o definitivo. Para quem fica, ficam as dúvidas, as perguntas, e o sofrimento. Mas a nossa vez também chegará, e quando isso acontecer, então não haverá mais lágrimas.
Por enquanto fica apenas o mistério... alguém que não sabemos porque nasceu, porque cresceu, e porque preencheu tanto a nossa vida, fechou os olhos e foi-se embora.
A vida é uma só... começa aqui no tempo, e continua depois na ausência de tempo e de limite.
Divagando sobre: efemérides, Se Eu Blogo
Tenho procurado sempre ao longo da minha vida ser o mais transparente possível, mas reconheço que nem sempre é fácil, e que por vezes por ser assim isso me tem trazido alguns dissabores. Mas mesmo assim não me arrependo nada de o ser.
Gosto de ser sincero, de viver, de sentir, e de amar...
Gosto de ser sincero, de viver, de sentir, e de amar...
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
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