Como é que se esquece alguém que se ama?
Como é que se esquece alguém que nos faz falta, e que nos custa mais lembrar que viver?
Como é que se esquece alguém que nos faz falta, e que nos custa mais lembrar que viver?
É preciso aguentar... é preciso aceitar-se que se está doente. É preciso paciência.
O pior é que é difícil aguentar a dor... aguentar estar triste... aguentar estar sozinho. Procuram-se escapes e alternativas, mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. A saudade é uma dor que só pode passar depois de devidamente doída. É uma dor que é preciso primeiro aceitar. Para esquecer é preciso deixar o coração ir de lembrança em lembrança, na esperança que ele se canse.
As pessoas nunca deveriam morrer, nem deixarem de se amar, nem separarem-se, nem esquecerem-se... mas morrem, deixam de se amar, separam-se e esquecem-se.
Mas o mais difícil de aceitar é que há lembranças e amores que necessitam do afastamento.
Mas como esquecer? Como deixar acabar a dor?
É preciso paciência, é preciso sofrer, é preciso aguentar. Sofrer é respeitar o tamanho que teve o amor.
E quando alguém está sempre presente? Quando é tarde?
Quando já não se aguenta mais? Quando já é tarde para voltar atrás?
Percebe-se que há esquecimentos tão caros que nunca se podem pagar.
Como é que se pode esquecer o que só se consegue lembrar?
Aí está o sofrimento maior de todos!!!
Não há hipótese... uma saudade cuida-se...
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Às vezes pergunto o que mais te hei-de eu fazer
Tanto orgulho ferido, tanta paz por vencer
Às vezes detesto o que resta de mim
Sempre longe do mundo, sempre perto do fim
Eu só quero que tu saibas quem sou
Ter a certeza que o meu tempo chegou
Quero que me digas para partir ou ficar
E se eu voltar para trás
Será que dizes que sim outra vez
Tomas conta de mim, de vez em quando
Se eu voltar
Tanto orgulho ferido, tanta paz por vencer
Às vezes detesto o que resta de mim
Sempre longe do mundo, sempre perto do fim
Eu só quero que tu saibas quem sou
Ter a certeza que o meu tempo chegou
Quero que me digas para partir ou ficar
E se eu voltar para trás
Será que dizes que sim outra vez
Tomas conta de mim, de vez em quando
Se eu voltar
Não se pode voltar atrás, e pedir a outra pessoa para dizer que sim outra vez, porque mesmo que ela o diga, as coisas já não voltam a ser iguais.
"O que foi não volta a ser mesmo que muito se queira... e querer muito é poder"
"O que foi não volta a ser mesmo que muito se queira... e querer muito é poder"
Temas: "Se eu voltar", e "O que foi não volta a ser" de Pedro Abrunhosa, e Xutos e Pontapés respectivamente
Divagando sobre: músicas, Se Eu Blogo
Não me adianta procurar, porque não existem livros para homens que sejam pais... nem na secção de ciências ocultas. Depois do bebé nascer deixamos de fazer parte da equação natural. Não se trata de uma conspiração. As mulheres até tentam manter os homens dentro da equação. O problema é que nós não sabemos como nos manter maternos.
Seremos homens capazes de inventar um complexo químico qualquer que nos permita manter integrados neste acto solene de paternidade sem bocejar? Porque raio ninguém até hoje criou um código de conduta que discipline a actuação do homem numa família?
Talvez seja porque o pai é apenas o selvagem num meio que exige harmonia e paz. Eu disse... apenas? Isso já me parece imenso...
Seremos homens capazes de inventar um complexo químico qualquer que nos permita manter integrados neste acto solene de paternidade sem bocejar? Porque raio ninguém até hoje criou um código de conduta que discipline a actuação do homem numa família?
Talvez seja porque o pai é apenas o selvagem num meio que exige harmonia e paz. Eu disse... apenas? Isso já me parece imenso...
Divagando sobre: Pedaços de mim, Pedaços de Nós
A dor do amor é uma dor que não dói... corrói.
É uma dor que arrasa, e deixa o coração em brasa.
Às vezes chega a amargar, e espreme tanto o coração que este parece que chega ao ponto de ser esmagado.
Às vezes penso que seria melhor não AMAR.
É uma dor que arrasa, e deixa o coração em brasa.
Às vezes chega a amargar, e espreme tanto o coração que este parece que chega ao ponto de ser esmagado.
Às vezes penso que seria melhor não AMAR.
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Na vida já passei por fases de entusiasmo e fases de desilusão. De vez em quando ando nas nuvens, noutras ocasiões, mais frequentes, ando murcho. Tenho períodos, em que caminho sobre nuvens e tudo me parece maravilhoso, e outros períodos tão cinzentos, que talvez me apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse a ser belo.
Acontece-nos a todos...
A verdade é que não tenho razões para me deixar levar demasiado por entusiasmos, pois já devía ter aprendido que essas fases não podem durar sempre.
Desejo muito uma coisa, penso que se a alcançar obtenho uma espécie de céu, bato-me por ela com todas as minhas forças. Mas quando, finalmente, obtenho o que tanto desejei, passo por duas fases desconcertantes. A primeira é um medo terrível de perder o que conquistei, porque conheço o que me aconteceu anteriormente, e a outras pessoas em situações semelhantes à minha...
A segunda fase chega com o tempo e não costuma demorar muito. Acontece que aquilo que obtive perde lentamente, ou de um dia para o outro o encanto.
E é nesse momento que chega a desilusão, com todas as suas consequências desagradáveis. Pode passar-me pela cabeça coisas como mudar de profissão, mudar de clube, trocar de automóvel ou de casa, divorciar-me... e então, surge o desejo de partir atrás de outro entusiasmo. Quero voltar a amar...
Se me desiludo, a culpa não está nas coisas, nem está nas outras pessoas. Se me desiludo, a culpa é minha, porque me deixei iludir, porque me deixei levar por uma ilusão. Uma ilusão consiste em camuflar a realidade, de modo a distorcê-la ou a fazê-la parecer mais do que aquilo que é. Quando me desiludo, sei que não estou a ser justos nem com as pessoas nem com as coisas.
Nenhuma pessoa, nenhuma das coisas com que lido pode satisfazer plenamente o meu desejo de felicidade e de beleza. Em primeiro lugar porque não são perfeitas, só a ilusão pode ser temporariamente perfeita. Depois, porque não são eternas... apodrecem... gastam-se... engordam... partem-se... ganham rugas... terminam...
Aquilo que procuro, e não o consigo evitar, é a perfeição. E não me contento com menos do que isso. É por essa razão que me desiludo e que de novo me iludo... ando à procura...
Acontece-nos a todos...
A verdade é que não tenho razões para me deixar levar demasiado por entusiasmos, pois já devía ter aprendido que essas fases não podem durar sempre.
Desejo muito uma coisa, penso que se a alcançar obtenho uma espécie de céu, bato-me por ela com todas as minhas forças. Mas quando, finalmente, obtenho o que tanto desejei, passo por duas fases desconcertantes. A primeira é um medo terrível de perder o que conquistei, porque conheço o que me aconteceu anteriormente, e a outras pessoas em situações semelhantes à minha...
A segunda fase chega com o tempo e não costuma demorar muito. Acontece que aquilo que obtive perde lentamente, ou de um dia para o outro o encanto.
E é nesse momento que chega a desilusão, com todas as suas consequências desagradáveis. Pode passar-me pela cabeça coisas como mudar de profissão, mudar de clube, trocar de automóvel ou de casa, divorciar-me... e então, surge o desejo de partir atrás de outro entusiasmo. Quero voltar a amar...
Se me desiludo, a culpa não está nas coisas, nem está nas outras pessoas. Se me desiludo, a culpa é minha, porque me deixei iludir, porque me deixei levar por uma ilusão. Uma ilusão consiste em camuflar a realidade, de modo a distorcê-la ou a fazê-la parecer mais do que aquilo que é. Quando me desiludo, sei que não estou a ser justos nem com as pessoas nem com as coisas.
Nenhuma pessoa, nenhuma das coisas com que lido pode satisfazer plenamente o meu desejo de felicidade e de beleza. Em primeiro lugar porque não são perfeitas, só a ilusão pode ser temporariamente perfeita. Depois, porque não são eternas... apodrecem... gastam-se... engordam... partem-se... ganham rugas... terminam...
Aquilo que procuro, e não o consigo evitar, é a perfeição. E não me contento com menos do que isso. É por essa razão que me desiludo e que de novo me iludo... ando à procura...
Divagando sobre: felicidade, Se Eu Blogo
Costumo ouvir dizer que normalmente as mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.
Mas para elas serem ditas por um olhar é preciso haver a presença física. É difícil comunicar com alguém, quando esse alguém não está presente, está longe, ausente.
Por isso é muito difícil o silêncio permitir-nos comunicar com alguém ausente, porque corremos o risco de ter um silêncio mudo... e esse silêncio é loucura...
Mas para elas serem ditas por um olhar é preciso haver a presença física. É difícil comunicar com alguém, quando esse alguém não está presente, está longe, ausente.
Por isso é muito difícil o silêncio permitir-nos comunicar com alguém ausente, porque corremos o risco de ter um silêncio mudo... e esse silêncio é loucura...
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Quando te conheci passei a ter dois mundos. Um onde tudo era sonhado e permitido, e outro, onde a realidade se confrontava todos os dias comigo. Estava muitas vezes em guerra, com o meu mundo por ser como era, e comigo próprio por não o aceitar.Na verdade estava em guerra com a realidade que me rodeava. O meu coração era o meu escudo, e eu lutava muito, e às vezes magoava-me e caía... doía... e sabes o que eu fazia? Rangia os dentes e levantava-me outra vez.
Nunca desisti de acreditar na perfeição, nem abandonei a convicção de que podia cruzar a perfeição com a realidade, e esta ideia fixa tornou-se a minha obsessão, por isso não me contento com menos do que isso. De resto, se ambiciono a perfeição... ela só pode mesmo existir...
A determinada altura percebi que ia ganhar a guerra, e que as batalhas tinham chegado ao fim. A vida é o que é, e não pode ser mais do que isso...
Divagando sobre: About Last Night, amor
Há tantas definições para um acto tão simples, mas que tem tanta complexidade!!!
Cada pessoa tem a sua forma de beijar, e isso faz com que a lista de definições de beijos seja interminável.
O meu beijo é de entrega de corpo e alma quando o estou a dar. É um beijo quente, entusiasmado, e cheio de paixão. Bastante impulsivo até, e gosto de impor a minha maneira de beijar...
Cada pessoa tem a sua forma de beijar, e isso faz com que a lista de definições de beijos seja interminável.
O meu beijo é de entrega de corpo e alma quando o estou a dar. É um beijo quente, entusiasmado, e cheio de paixão. Bastante impulsivo até, e gosto de impor a minha maneira de beijar...
Divagando sobre: amor, Se Eu Blogo
Subscribe to:
Mensagens (Atom)